Mulheres se lançam no empreendedorismo e se dão bem


Por dmais

Tamila Fernandes deixou de ser vendedora para investir no próprio negócio. Ela se formalizou como MEI e originou a ‘Tá de Brinqs’, onde personaliza e vende camisetas, almofadas, quadros, canecas, porta-copo e muitos outros produtos, mas tudo com muito capricho no estilo rock retrô.

Ela conta que o negócio se iniciou há seis anos e surgiu da necessidade própria. “Eu queria uma camiseta do Elvis e não encontrava, então fui pensando em como seria trabalhar com isto, produzir”, conta. “Resolvi trabalhar por conta própria por não ter muita opção neste segmento”, completa.

A empreendedora divulga seu trabalho na internet (Mercado Livre, Facebook, WhatsApp) e participa de feiras de negócios. E tudo deu tão certo que ela expandiu e abriu uma loja.

Como empresária, ela tem seu horário próprio, mas enfrenta algumas dificuldades como o preconceito por trabalhar em casa.

Também apostando no empreendedorismo e trilhando um caminho de sucesso, Ana Claudia Gomes deixou de advogar para se dedicar à restauração de antiguidades. O interesse surgiu ao participar de um workshop no Centro de Criatividade em Curitiba. Na época, havia sido orientada por um médico que procurasse uma atividade que aliviasse o estresse. “O primeiro contato que tive com a madeira já fez eu me acalmar”, conta ao lembrar que na infância ajudava o avô e que sua casa de bonecas ficava no galpão do mesmo. “Foi o gatilho para relaxar”, diz.

Ana Claudia recebeu o apoio do marido e dos três filhos para empreender e formalizar o 'Resgate Afetivo', mas ainda enfrenta certo preconceito. “Se você se reconhece, o mundo vai te reconhecer como empreendedora. Empoderar-se é tomar posse de si mesma”.

Empreendedorismo levou Tamila a personalizar produtos no estilo rock retrô (Foto: José Aldinan)
 Ana Claudia deixou de advogar para restaurar antiguidades (Foto: José Aldinan)

 

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