Live: DC entrevista presidente do Iplan, Rafael Mansani


Por Matheus Dias
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Foto: Levi Cantelmo

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Foto: Levi Cantelmo

O Diário dos Campos recebe em seu estúdio o presidente do Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Ponta Grossa, Rafael Mansani. Em pauta, as mudanças administrativas que ocorreram na pasta, agora desmembrada da Secretaria de Infraestrutura, as perspectivas para 2026 e o desenvolvimento urbanístico de Ponta Grossa a médio e longo prazo.

Veja na íntegra abaixo:

Formatação administrativa

Seguindo o que Mansani definiu como “modernização administrativa”, a gestão Elizabeth Schmidt desmembrou o Iplan da Secretaria de Infraestrutura. Com cerca de 50 colaboradores diretos, o Instituto ficou responsável por cuidar do planejamento urbano público e privado do município. De acordo com o presidente, isso torna mais claras as funções de cada pasta, simplifica a atuação dos técnicos e também a experiência do usuário dos serviços.

Serviços online

Mansani também destacou que os cidadãos e empresas que precisam do Iplan hoje tem uma experiência menos burocratizada. “O construtor ou o morador que quer construir, quer fazer a sua reforma, hoje não precisa mais ficar pegando fila lá na sede do Iplan. Ele faz tudo pela internet, de maneira digital, com os arquivos, as análises, alvarás e pareceres emitidos digitalmente”, relata.

Código de construções

Aprovado no ano passado, o novo código de construções de Ponta Grossa ajudou a consolidar a atuação do Iplan junto à Construção Civil. O código atualizou leis no que dizem respeito a autorizações e documentações de construção pública e privada na cidade, incluindo a lida com os Estudos de Impacto de Vizinhança (EIV), submetidos por construtores e analisados pelo instituto, que pode aceitar, rejeitar, sugerir alterações e solicitar medidas de mitigação de impactos. A legislação dos EIVs completou 10 anos, período no qual Mansani definiu como “maturação” na cidade.

Crescimento de PG

Mansani reconhece o crescimento da cidade e diz que “PG é um canteiro de obras”, não apenas de empreendimentos residenciais horizontais e verticais, mas também, de empresas e indústrias. Segundo ele, o Iplan é fundamental para garantir que este crescimento se dê de forma ordenada, sem penalizar os moradores já residentes, bem como a nova população que chega a Ponta Grossa.

Em breve menção ao novo contorno rodoviário da cidade, cujo traçado ainda é um impasse, Mansani defendeu a posição do Iplan de que a rodovia não deveria cortar o perímetro urbano do município, tanto para evitar “bloquear” o crescimento da cidade, bem como para não isolar regiões urbanas do município, as quais teriam problemas para cruzar o contorno.

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