11 de junho de 2026

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Exames do Lago de Olarias serão conhecidos em agosto


Por dmais Publicado 05/07/2018 às 20h40 Atualizado 24/02/2026 às 14h27
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As condições ambientais da água que forma o Lago de Olarias, em Ponta Grossa, devem ser conhecidas no próximo mês. Desde abril, um grupo de pesquisadores e técnicos realiza a coleta de água do Lago, registrando informações como temperatura, limpidez e quantidade e tipo de micro-organismos presentes no local. No total, 15 parâmetros físico-químicos devem ser avaliados. Os materiais são recolhidos por uma equipe que inclui profissionais da UEPG e da Sanepar, e conta com o apoio da Prefeitura de Ponta Grossa e do Corpo de Bombeiros. 
Na tarde dessa quinta-feira, as pesquisadoras da UEPG Elizabeth Scheffer e Patrícia Los Weinhardt fizeram uso do barco dos bombeiros e contaram com o auxílio dos soldados para dar seguimento aos trabalhos na quinta coleta, do total de oito que serão feitas no local. Segundo Elizabeth, quatro pontos do lago recebem especial atenção. “A coleta se concentra nos dois principais pontos de entrada da água dos arroios de Olarias e da Vila Belém, também na área central do lago com o uso do barco, e junto do vertedouro, por onde a água sai”, explica.
O objetivo é fornecer subsídios para que a comunidade e a prefeitura saibam qual é o real estado da água que forma o lago, e pensem formas de sanar problemas ou garantir que a qualidade da água seja suficiente para garantir que o local cumpra o objetivo de oferecer à população um novo espaço para o lazer e contemplação.
Alvino Andrade Almeida, 81 anos, veio até a lotérica na tarde dessa quinta-feira e, ao voltar para sua casa, na vila Cipa, decidiu passar para ver o lago, aproveitando a tarde ensolarada. “Eu ando só a pé, e acredito que isso aqui vai ficar muito bonito. Lembro de uns três anos atrás, quando era só um banhado”, conta o homem que mora em Ponta Grossa há cerca de 20 anos, e acredita que lago será uma boa opção para passeio.
As análises da água são realizadas no Laboratório de Pesquisa do Grupo de Educação e Química Ambiental, na UEPG, e três parâmetros microbiológicos têm amostras enviadas para análise externa.

Imagens: Fábio Matavelli

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