Saiba quais são as piores rodovias do Brasil 


Por Portal do Trânsito

A Pesquisa CNT de Rodovias traz informações importantes sobre a malha rodoviária no Brasil. A Confederação Nacional do Transporte (CNT), Serviço Social do Transporte (SEST) e Serviço Nacional de Aprendizagem do Transporte (SENAT) são responsáveis pelo estudo.  

Em 2023, foram avaliados cerca de 11.502 km de rodovias. Em primeiro lugar, o estudo informa que cerca de 67,5% da malha rodoviária pavimentada apresenta algum tipo de problema. Outros 32,5% são consideradas ótima ou boa de tráfego.  

Em segundo lugar, o destaque é a pavimentação. Cerca de 56,8% da extensão da malha rodoviária possui problemas. 43,2% estão em condição boa e 0,6% está com a pavimentação destruída.  

Pelo país a sinalização está regular, ruim ou em péssimas condições, uma vez que apenas 36,6% estão em boas condições. Além disso, 14,1% das vias avaliadas não tem faixas laterais e 8,4% não possuem a faixa ventral.  

Outro destaque da pesquisa é a chamada Geometria da Via, popularmente chamada de traçado. Nas vias avaliadas, 66% apresentam problemas, contra 34% em ótimo estado. Vale ressaltar que as pistas simples dominam as rodovias: 85,5%. Ainda assim, a falta de acostamento está presente em 46,9% e 27,1% dos trechos apresentam curvas perigosas sem sinalização. 

Quais são as piores rodovias listadas em 2023? 

No estudo realizado pela CNT foi identificado 2.648 pontos críticos. Logo, a extensão de vias não pavimentadas totalizou 1,4 milhão de km. Ou seja, 78,5% da malha rodoviária avaliada.  

Investimentos necessários: para recuperar as rodovias no Brasil, com ações emergenciais (reconstrução e restauração) e de manutenção, são necessários R$ 94,12 bilhões.  

Veja a lista das piores rodovias do Brasil:

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