‘Wollying’: lei que combate violência e assédio entre mulheres é sancionada em PG


Por Matheus Dias
Lei que combate violência entre mulheres é aprovada.

Foto: Divulgação/CMPG

Lei que combate violência entre mulheres é aprovada.
Foto: Divulgação/CMPG

O prefeito em exercício de Ponta Grossa, Moisés Faria, sancionou na quinta-feira (12) a Lei nº 15.499/2025, que institui a Política Municipal de Atenção e Enfrentamento à Intimidação Sistemática entre Mulheres, conhecida como wollying. A proposta, de autoria da vereadora Joce Canto, foi aprovada pela Câmara Municipal no dia 2 de junho e visa coibir práticas de violência física, psicológica e moral entre mulheres.

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O que é wollying?

De acordo com a lei, wollying é definido como todo ato intencional e repetitivo de violência (física, psicológica ou moral) praticado por uma ou mais mulheres contra outras, sem motivação evidente, com o objetivo de intimidar, humilhar ou causar sofrimento. Entre as condutas listadas estão:

“O termo wollying ainda é desconhecido para muitos na sociedade. Entretanto é um problema muito complexo que envolve muitas dinâmicas sociais e psicológicas. O objetivo é promover a manutenção da saúde mental das mulheres. É importante a conscientização acerca das intimidações, violência física, psicológica e moral entre mulheres. Porém é um passo de cada vez, palestras educacionais que possam explicar que o problema existe e como combater. Toda mudança na sociedade precisa ser mudada culturalmente, e acredito que o primeiro passo seja na escola, afinal as novas gerações é que mudarão nossos comportamentos e futuro”, disse a vereadora ao DC.

Objetivos da política

A nova legislação tem como metas:

Próximos passos

A lei entra em vigor em 30 dias e deverá ser regulamentada pela Prefeitura, que definirá as ações concretas para sua implementação, como projetos em escolas, órgãos públicos e redes sociais.

“Vamos debater com o poder executivo a melhor forma de implantar a politica municipal do wollying com ações efetivas para todas, seja em escolas, departamentos públicos e redes sociais”, conclui a vereadora Joce.

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