Vinyl Club: Feira de discos acontece em PG nesta semana


Por Redação Diário dos Campos

Foto: Tonne Nascimento / Divulgação

Foto: Tonne Nascimento / Divulgação

No próximo dia 13 de setembro, a partir das 11h, acontece em Ponta Grossa a 22ª edição da Vinyl Club. A feira de discos de vinil, organizada pela Banzai Vinyl Club, será no bar Frederico Cervejas & Cervejas, reunindo expositores de diversas cidades do Paraná e uma programação sensacional que vai além da feira de vinil: inclui gastronomia, tattoo, venda de camisetas, discotecagem em vinil show ao vivo.

Com entrada gratuita até as 17h, a Vinyl Club oferece ao público a oportunidade de garimpar discos dos mais variados estilos — de clássicos a lançamentos e raridades. Dentre os expositores estão lojistas e colecionadores de Curitiba, Londrina e Maringá, que trazem centenas de títulos em vinil, além de outros itens relacionados à cultura musical.

A feira também conta com discotecagem em vinil e show da banda Electric Demons, tatuagens com o artista Bomba, e camisetas da Red Blues Clothing. O espaço também oferece opções de cervejas artesanais, drinks, pizzas e porções, criando um ambiente propício para quem busca lazer.

Mais do que uma feira de discos

Felipe Dorochenko, organizador da feira e dono da Banzai Vinyl Club, explica que a
proposta do evento é ir além da simples compra e venda de discos. O evento se
apresenta como uma opção de entretenimento, onde as pessoas podem curtir o dia, ouvir
boa música, comer, beber e aproveitar o ambiente.

“Desde a primeira edição, a ideia da
Vinyl Club é ser um evento onde as pessoas queiram ficar, e não apenas uma feira de
passagem, como aquelas feitas em mercados ou shoppings, aonde você vai, resolve algo
rápido e vai embora. Aqui, o público chega, garimpa discos, toma um chope, come,
curte o som — sempre tocando vinil —, assiste ao show, às vezes faz uma tattoo ou leva
uma camiseta. É um dia inteiro de experiência, tanto para quem é do universo do vinil
quanto para quem está chegando agora.”

Felipe também destaca que o público é cada vez mais diversificado. “A gente vê desde
colecionadores mais antigos, fãs de rock, metal, até uma galera mais jovem, que busca
artistas pop, hip-hop e outros estilos. Tem quem colecione, tem quem compre um disco
esporádico, quem chega cedo para não perder aquele título raro e quem vem só pela
experiência”, complementa. (Das assessorias)

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