Vídeo: Pokémon completa 30 anos com legião de fãs em Ponta Grossa


Por Matheus Dias
30 anos de pokémon

Foto: Acervo/Tuomas Dobginski.

30 anos de pokémon
Foto: Acervo/Tuomas Dobginski.

Em 1996, a Nintendo lançou os jogos Pokémon Blue e Red para o Gameboy e, com isso, inaugurou uma nova era na cultura dos jovens. Dois anos depois, chega o anime, que também se torna sucesso global. 30 anos desde o surgimento da franquia, a marca ainda possui milhões de fãs em todo o mundo e, é claro, também em PG.

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Pikachu é capturado no Parque Ambiental

A reportagem do Diário dos Campos foi conversar com um destes aficionados, o turismólogo Tuomas Samuel Dobginski, de 25 anos. Há cerca de 10 anos, ele joga o Pokémon Go!, jogo da franquia para Smartphones que permite aos usuários “caçarem” pokémons em locais físicos.

A entrevista com Tuomas aconteceu no Parque Ambiental. Local que, segundo ele, é um dos melhores pontos para caçar pokémons na cidade. “Além do Ambiental, outros parques, mercados e locais públicos também costumam ter boas pokéstops”, conta o residente técnico da Secretaria de Turismo. Enquanto era filmado pela reportagem, Dobgisnki conseguiu capturar um Pikachu, possivelmente o monstro mais famoso da franquia.

Porém, ele já capturou diversos Pikachus. Neste caso, explica, o pokémon repetido pode servir para fortalecer outros personagens de seu acervo. Tuomas já capturou quase todos os pokémons disponíveis. Além do Go!, o jovem também joga as edições da Franquia lançadas para Nintendo DS, console portátil da empresa japonesa.

Inspirações e paixão coletiva

Apesar do sucesso do anime Pokémon também no Brasil, Tuomas relata que foi o próprio design dos personagens da franquia que acabaram por encantá-lo e mantê-lo fiel à marca. “Vários pokémons tem inspiração em eventos e culturais reais, até mesmo em homenagem à cultura brasileira”, relata segurando a pelúcia de um Whimsicott, pokémon do tipo fada/grama que pode ter sido inspirado no Saci Pererê, apontam fãs.

Dobginski relata também que a paixão pelo Pokémon é compartilhada entre amigos. Ele mesmo participa de pelo menos dois grupos com cerca de 100 caçadores em PG. Nestes espaços, além de falar sobre os pontos de caça, também compartilham informações sobre eventos da franquia em PG, Curitiba e outros locais.

Além disso, as cartas do Pokémon também são um outro ativo de alto valor negociado entre os fãs da marca, diz Tuomas, que também é proprietário de uma coleção destes objetos. Com uma legião de fãs em Ponta Grossa e em todo o mundo, os monstros de bolso continuam uma febre entre crianças, jovens e adultos ao longo dos anos.

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