VCG se manifesta sobre possível paralisação do transporte


Por Redação Diário dos Campos

Foto: Arquivo DC

Foto: Arquivo DC

Uma possível paralisação do transporte coletivo em Ponta Grossa, prevista para a próxima segunda-feira (13), tem gerado apreensão na população.

A movimentação não tem confirmação oficial das entidades sindicais. O cenário ocorre em meio às negociações sobre reajuste salarial da categoria, tema que está em análise pela Justiça do Trabalho.

Diante da repercussão, a Viação Campos Gerais divulgou nota pública. A empresa afirma que o caso está sob análise legal, por meio de ação em tramitação no Tribunal Regional do Trabalho da 9ª Região. Também destaca que o transporte coletivo é um serviço essencial e que qualquer paralisação deve seguir os trâmites legais.

Sem confirmação oficial

A possível interrupção preocupa trabalhadores e estudantes que dependem do transporte urbano.

Até o momento, não há confirmação oficial sobre adesão da categoria ao movimento pelos canais do Sintropas, nem detalhes sobre eventual funcionamento parcial da frota.

Confira a nota da VCG na íntegra:

Nota

A Viação Campos Gerais informa a todos os colaboradores que as questões de natureza econômica e coletiva relativo ao pleito de reajuste salarial discutidas pela categoria encontram-se submetidas ao devido processo legal, por meio de dissídio coletivo em trâmite perante o Tribunal Regional do Trabalho da 9ª Região, aguardando julgamento. Conforme noticiado publicamente nesta data pelo portal BNT, há notícias de possível paralisação do transporte coletivo em Ponta Grossa na próxima segunda-feira, 13 de abril.

Diante desse cenário, a empresa reforça que qualquer reivindicação relacionada ao tema deve observar estritamente os canais sindicais, institucionais e judiciais já em curso. O transporte coletivo constitui serviço essencial, cujo funcionamento deve respeitar a legislação aplicável e a continuidade do atendimento à população.

Assim, qualquer paralisação, mobilização ou adesão a movimento realizado à margem do processo jurídico em tramitação, sem observância das exigências legais e das determinações eventualmente fixadas pelas autoridades competentes, será considerada ilegal, sujeitando os envolvidos à apuração dos fatos e à adoção das medidas administrativas e legais cabíveis, reiterando-se, portanto, que a avaliação da conduta será encarada com bastante seriedade pela empresa dada essencialidade do serviço prestado.

A empresa confia no compromisso, na responsabilidade e no profissionalismo de seus colaboradores, e reitera que segue tanto em negociações com a entidade sindical quanto acompanhando o andamento do dissídio coletivo pelas vias adequadas, prestando oportunamente os esclarecimentos necessários.

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