Vanda: orquídea suspensa chama atenção na Expo&Flor


Por editor

Paulo Rohr trouxe plantas de Marechal Cândido Randon para Ponta Grossa / Foto: José Aldinan

Paulo Rohr trouxe plantas de Marechal Cândido Randon para Ponta Grossa / Foto: José Aldinan

A tradicional Expo&Flor iniciou nesta sexta-feira (2), no Parque Ambiental de Ponta Grossa, e segue até dia 11 de setembro. O local tem diversas opções de plantas, desde as populares suculentas, passando por árvores ornamentais e frutíferas, até flores de vários tipos. Para alguns visitantes, as orquídeas suspensas são novidade.

Orquídea suspensa

É a primeira vez que o cultivador e orquidófilo Paulo Rohr, 61 anos, participa da Expo&Flor. Ele veio de Marechal Cândido Rondon trazendo orquídeas de vários tempos. Em meio às variedades está a vanda. A orquídea suspensa chama atenção de longe porque, além das flores bonitas e perfumadas, se destacam as raízes expostas. A planta não necessita terra, ou seja, a dispensa o vaso.

“A planta respira pela raiz e a adubação acontece fia água. A irrigação é feita por nebulização diariamente, e a cada 10 pode ser feita uma aplicação com nutrientes”, conta Rohr. Para a exposição, ele suspendeu as plantas por meio de um gradil. Em casa, elas podem ser fixadas ao teto. Essa variedade de orquídea está sendo vendida por ele a valores que variam de R$ 80 a R$ 200 em média.

Expo&Flor

Expo&Flor é uma grande exposição de flores, frutíferas, plantas ornamentais, orquídeas e vasos, realizada pelo Rotary Club Ponta Grossa Alagados. Conta com 2200 m² e é realizada todos os anos na 1ª quinzena de setembro, das 9h às 21h, no Parque Ambiental de Ponta Grossa.

Procedência

Todos os anos, a Expo&Flor oferece o que há de melhor, diretamente dos melhores produtores do país, a preços especiais. Parte das flores vem direto de Holambra, capital internacional das flores e maior produtora da América Latina. As mudas também contam com a mais alta qualidade na procedência dos melhores produtores do país.

Beneficente

Em todas as edições da Expo&Flor, a renda é destinada a projetos sociais, os quais são escolhidos por uma banca avaliadora formada por membros do Rotary Alagados e representantes da comunidade.

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