
Os docentes da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG), aprovaram nova paralisação das atividades na universidade. O ato tem como pauta a memória dos 10 anos do episódio que ficou Uma década atrás, o Governo do Estado autorizou uso da força policial contra os servidores públicos que reivindicavam direitos em frente à Assembleia Legislativa e ao Palácio Iguaçu.
A paralisação da UEPG terá atividades nos dois campi da Universidade e deve reunir professores, servidores públicos de outras carreiras, alunos e demais pessoas da comunidade universitária.
“O dia 29 de abril tem o senso de memória para os docentes das universidades públicas do estado do Paraná que merece ser relembrado, merece ser cultivado na mente daqueles e daquelas que não estiveram presentes, e também trazer para a memória daqueles que lá estiveram e deram literalmente o seu sangue em defesa, naquele momento, da aposentadoria dos servidores públicos do estado”, destaca o presidente do Sinduepg, professor Volney Campos dos Santos.
Paralisação UEPG
A paralisação UEPG é uma forma de relembrar o dia 29 de abril, junto de um ato de resistência pelo pagamento da data-base que, segundo o Sindicato, não está prevista na Lei Orçamentária Anual (LOA). O evento também destaca a luta pela recomposição salarial dos docentes. O ato é em conjunto com as demais universidades estaduais do Paraná.
A programação será dividida em dois momentos do dia. Pela manhã haverá panfletagem e ato público no campus Central da UEPG, além do seminário “Carga Horária x Regime de Trabalho”, organizado pelo sindicato. No período noturno o Sinduepg realiza vigília em memória dos 10 anos do Massacre 29 de abril, no campus Uvaranas.