30 de junho de 2026

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Procon avalia 15 denúncias de preços abusivos em postos de combustíveis


Por Luana Souza Publicado 11/04/2022 às 17h18 Atualizado 21/02/2026 às 01h58
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Foto de posto de combustíveis que ilustra o abastecimento de gasolina e etanol.
(Foto: Arquivo DC)

O Procon de Ponta Grossa informou que avalia 15 denúncias envolvendo postos de combustíveis e a prática de preços abusivos encaminhadas ao órgão na última sexta-feira (8). De acordo com o coordenador, Leonardo Werlang, a partir do recebimento das denúncias, as equipes do Município iniciaram os trâmites para verificar as situações e proceder com as medidas cabíveis.

“Até o momento, constatamos que houve, de fato, uma variação recente nos preços praticados nas bombas em decorrência de aumentos ocorridos na cadeia de fornecedores, que somou, desde o mês de março, um aumento médio de R$ 0,27 nos custos de aquisição do litro da gasolina e de R$ 0,43 nos custos relacionados ao etanol”, disse.

Werlang destacou ainda que, além das verificações dos preços anunciados nas bombas e nas placas dos postos, o órgão também acompanha as denúncias sobre variações de preços em toda a cidade.

“Estamos verificando informações junto à Agência Nacional do Petróleo e entramos em contato com o SindiCombustíveis do Paraná para esclarecimentos, além de solicitarmos aos donos de postos a apresentação das notas fiscais para que possamos constatar se houve ou não a prática de preços abusivos”, afirmou o coordenador.

Foto de posto de combustíveis que ilustra o abastecimento de gasolina e etanol.
Procon informou ainda que também acompanha as denúncias sobre variações de preços em toda a cidade. (Foto: Arquivo DC)

Gasolina e diesel

Ainda segundo Leonardo, em paralelo, o órgão trabalha com uma investigação, aberta no mês passado, após o anúncio das novas altas nos preços da gasolina (18,8%) e do diesel (24,9%).

Na época, diversas denúncias informaram que os postos de combustíveis de Ponta Grossa reajustaram os preços antes mesmo dos valores da Petrobras entrarem em vigor.  “Em relação à investigação preliminar aberta no mês passado, o Procon trabalha atualmente na análise da documentação encaminhada”, finalizou o coordenador do órgão.

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