
Após anunciar que dará início às obras de desassoreamento de parte do Lago de Olarias, a Prefeitura de Ponta Grossa também divulgou que serão necessárias algumas intervenções no parque do lago para realizar as obras com segurança e eficiência. Ainda na segunda (9) também foi divulgado um mapa que descreve os pontos atingidos.
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Dentre as intervenções:
- Um trecho da pista de caminhada estará interditado;
- Haverá desvio sinalizado para pedestres;
- Parte do estacionamento será bloqueada;
- Caminhões e máquinas circularão pela área de obra;
- A ciclofaixa e outros trechos da pista continuam liberados, mas é importante redobrar a atenção ao passar pelo local, recomenda o poder público.
A intervenção tem como objetivo retirar aproximadamente 70 mil metros cúbicos de sedimentos acumulados, restabelecendo a capacidade hidráulica do reservatório e contribuindo para a melhoria das condições ambientais do lago.
Etapas da obra
Segundo a secretária municipal de Meio Ambiente, Carla Kritski, o trabalho será realizado de forma gradual para garantir segurança ambiental e operacional. “A obra será feita de uma forma bem gradativa. Inicialmente teremos uma etapa preparatória, que começou hoje (09), e a fase operacional, que deve começar dentro de duas a três semanas. O pátio de obras ficará próximo ao módulo da Guarda Municipal, com cercamento em tapumes para evitar riscos aos frequentadores do parque e também minimizar a interferência na rotina das pessoas que visitam o lago”, explica.
Durante a fase inicial, será realizada a drenagem controlada do lago, além do monitoramento ambiental e do resgate da ictiofauna, garantindo a proteção dos peixes durante a redução do nível da água.
Após essa etapa, será feita a preparação dos acessos para circulação de máquinas e caminhões, seguida pela fase principal da obra, com a remoção mecanizada dos sedimentos acumulados no fundo do lago. “O assoreamento é um processo natural, mas como esse trabalho nunca foi feito desde a implantação do lago, agora ele será realizado de uma forma mais contundente”, acrescenta a secretária.
Parte do material retirado poderá ser reaproveitado em outras obras do município. “Poderemos reutilizar esse material, e o nosso principal objetivo é utilizá-lo na obra do Lago 2, sem risco de retorno ao Lago 1”, completa Carla Kritski.