
Em execução desde março, com o esvaziamento do Lago de Olarias, as obras de desassoreamento seguem com a retirada de sedimentos do local. Mas o que será feito com este material? Ele tem alguma utilidade?
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O projeto prevê a retirada de cerca de 70 mil metros cúbicos de sedimentos acumulados ao longo dos anos, restabelecendo a capacidade hidráulica do reservatório e garantindo melhorias ambientais. O trabalho é realizado com equipes e equipamentos próprios do Município, como retroescavadeiras e caminhões da Secretaria de Meio Ambiente.
De acordo com a Prefeitura de Ponta Grossa, esse material será utilizado para as obras do Lago de Olarias 2. Ainda de acordo com a assessoria do poder público municipal, da forma como as intervenções estão sendo feitas, não há risco dos sedimentos retornarem para o Lago 1. Vale lembrar que há um projeto para a construção de cinco Lagos de Olarias, como noticiado pelo Diário dos Campos.
Durante o período de obras, haverá interdições parciais no estacionamento próximo ao módulo da Guarda Municipal e em trechos da pista de caminhada, para garantir a segurança dos visitantes. Os frequentadores terão como alternativas o uso da ciclofaixa ou o retorno antes da área interditada.
Além de preservar o aspecto paisagístico, o Lago de Olarias desempenha papel estratégico na contenção de alagamentos e na defesa ambiental da região. Por isso, a obra é considerada essencial para o futuro da cidade.
Andamento da obra no Lago de Olarias
- Desassoreamento (aproximadamente 8 meses)
- Retirada mecanizada de cerca de 70 mil m³ de sedimentos acumulados.
- Transporte do material retirado, com parte sendo reaproveitada em outras obras, como no Lago 2.
- Acompanhamento técnico para minimizar impactos ambientais.
- Finalização (2 a 3 semanas)
- Regularização do leito do lago.
- Limpeza da área utilizada pelas máquinas.
- Recomposição gradual do nível da água.
