Operário deve fazer jus à maior posse de bola do Campeonato, diz Luizinho


Por Danilo Kossoski
Luizinho Lopes, técnico do Operário Ferroviário Esporte Clube, na final do Paranaense, em 2026

Foto: Enzo Binotto/OFEC

Luizinho Lopes, técnico do Operário Ferroviário Esporte Clube, na final do Paranaense, em 2026
Foto: Enzo Binotto/OFEC

O Operário Ferroviário entra em campo neste sábado (7) para disputar o título do Campeonato Paranaense contra o Londrina, no Estádio do Café. Mesmo jogando fora de casa, o Fantasma não estará sozinho: além dos cerca de 2.000 torcedores que esgotaram os ingressos para o setor visitante em Londrina, uma grande festa está preparada no Estádio Germano Krüger, em Ponta Grossa. No “Germano”, a partida será exibida em dois telões com portões abertos e entrada livre para todos os torcedores que estiverem vestindo as cores do clube (preto e branco).

A preparação técnica foi marcada por um calendário apertado devido aos compromissos da Copa do Brasil, o que exigiu criatividade da comissão técnica. O técnico Luizinho Lopes destacou que, diante do pouco tempo para treinos práticos, a estratégia foi intensificada por meio de análises de vídeo e orientações teóricas.

“Nós vamos tentar atacar esses pontos de vulnerabilidade que todas as equipes têm… queira Deus que a gente consiga atacar esses pontos de vulnerabilidade que eles apresentam para que a gente possa ser eficaz com relação a conseguir marcar gol”, afirmou o treinador.

Mesmo atuando nos domínios do adversário, Luizinho reforçou que a identidade do Operário será mantida. “A nossa ideia é sempre tentar jogar, é sempre tentar buscar o gol, ser uma equipe que joga para frente, né? Equipe que gosta de ter a bola, não à toa nós temos a maior posse do campeonato”, pontuou o técnico, ressaltando que a equipe precisa saber se defender nos momentos de pressão do adversário.

O goleiro Vagner Silva, uma das peças-chave da campanha, enfatizou a força mental necessária para uma final. Para ele, o equilíbrio emocional será o diferencial para erguer a taça. “Finais são decididas nos mínimos detalhes”, declarou o goleiro, que também celebrou a trajetória de superação do grupo na competição. “É muito difícil uma equipe sair, praticamente, dos últimos lugares e chegar a uma decisão. Isso mostra o poder da nossa equipe, o poder de recuperação, a resiliência que a gente tem”, completou Vagner.

O clima de união entre time e torcida é o combustível final para a busca pelo bicampeonato. Luizinho Lopes expressou a gratidão pelo apoio que vem recebendo, citando inclusive a mobilização em escolas da cidade. “Nós somos minoria no estádio, mas intensos internamente enquanto grupo. E teremos duas mil pessoas para representar toda a população de Ponta Grossa… esperamos que a minoria no estádio saia mais feliz com esse tão sonhado título”, finalizou o comandante. (com informações do OFEC)

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