
O Diário dos Campos entrevista na manhã desta terça-feira (2) o presidente do Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Ponta Grossa (Iplan), Rafael Mansani. O dirigente vem ao estúdio conversar com a reportagem sobre as mudanças que a Câmara Municipal aprovou sobre o Instituto e o futuro do trabalho da entidade.
Acompanhe a entrevista completa abaixo:
Os vereadores da Câmara Municipal de Ponta Grossa (CMPG) aprovaram, nesta segunda-feira (1º), o projeto de lei (PL) 407/2025 de autoria do Poder Executivo que trata de mudanças no Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Ponta Grossa (IPLAN). A proposta faz parte de uma série de ações da Prefeitura em busca de mudanças da Estrutura Administrativa. Aprovado em primeiro turno nesta segunda-feira (1º), o projeto será votado em segundo turno na próxima quarta-feira (3).
Segundo a mensagem que acompanha o projeto, a iniciativa trata da utilização da estrutura normativa a ser aplicada ao IPLAN. A proposta coloca o Instituto em acordo com as disposições previstas para o quadro de pessoal geral da Administração Municipal. O PL trata da composição do quadro administrativo do Instituto para ordenação de competências e a transferência de alguns setores sob responsabilidade do órgão.
Segundo Mansani, “a nova formatação é benéfica para o poder público, que simplifica seus processos e evita que duas pastas analisem o mesmo empreendimento. Além disso, também é benéfica para os cidadãos e empreendedores, que tem mais segurança jurídica e agilidade na análise de seus processos”, diz.
O projeto prevê o remanejamento de algumas atividades hoje sob o escopo da Secretaria Municipal de Infraestrutura e Planejamento, entre elas o cadastro técnico municipal (CTM) e o Departamento de Planejamento Urbano, que passará a se chamar Departamento de Planejamento Urbano e Projetos. O PL ainda transporta para a responsabilidade do IPLAN o Departamento de Urbanismo que passará a se chamar Superintendência de Urbanismo.
Mansani que, como presidente do Iplan, tem status de secretário municipal, prevê com ânimo o novo formato, que coloca mais colaboradores sob sua gestão. Mais de 30 servidores poderão fazer parte diretamente dos cargos sob responsabilidade da autarquia.
