08 de junho de 2026

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Laboratório de sementes de Ponta Grossa projeta dobrar análises até 2025


Por Redação com assessoria Publicado 30/03/2022 às 15h45 Atualizado 21/02/2026 às 02h21
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Laboratório de Análise de Semesntes da Frísia, em Ponta Grossa
Fotos: Divulgação

O Laboratório de Análises de Sementes (LAS) da cooperativa Frísia completou hoje (30) o seu aniversário de 43 anos de atividades e aproveitou para anunciar uma meta ousada: dobrar o número de análises até 2025, chegando ao total anual de 20 mil amostras. No ano passado a Frísia e a Sementes Batavo inauguraram uma estrutura totalmente nova para o laboratório de sementes em Ponta Grossa, o que o tornou o maior do Paraná.

A área conta com 600 m² e permite a rastreabilidade completa em todo o processo de produção das sementes, como plantio, colheita, recepção, beneficiamento e ensaque. A Frísia é a primeira cooperativa a ter laboratório credenciado para fazer análises de soja, trigo, milho, feijão, aveia, cevada, azevém, triticale e sorgo para a Sementes Batavo e demais clientes da região e do Brasil.

“Há 43 anos, iniciamos este trabalho com duas analistas, mas hoje temos uma equipe muito maior para atender a necessidade de produção atual de sementes, que é 800 mil sacas por ano. Ampliamos as salas de germinação e das câmaras de vigor de sementes, construímos duas salas de germinação na areia, que permite realizar teste em condições controladas de temperatura e umidade, para simular um plantio na lavoura”, detalha o coordenador de produção e laboratório da Sementes Batavo, Luiz Henrique Deschamps.

“Esse tipo de análise é um diferencial da Frísia para seus cooperados e clientes. Com este trabalho, conseguimos saber a real qualidade da semente que a gente produz e compra. Atualmente, realizamos a análise de 10 mil amostras anualmente, em média, e a meta é dobrar esse número até 2025, quando a cooperativa completa 100 anos”, complementa.

Trabalho desenvolvido

Em 30 de março de 1979, o LAS da Frísia iniciou as atividades com o trabalho de avaliação da qualidade física, fisiológica, genética e sanitária das sementes para garantir a qualidade do produto que chega ao agricultor.

A cooperativa avalia que o trabalho de análise realizado pelo Laboratório de Análise de Sementes de Ponta Grossa é fundamental, “pois para que uma semente possa ser comercializada, ela deve constar em sua sacaria, o percentual de pureza, o percentual de germinação e a data de validade do teste de germinação”. “Com estes dados, e outros como o peso de mil sementes, o produtor consegue calcular o consumo de sementes por hectare e obter uma boa plantabilidade em sua lavoura”, destaca a cooperativa.

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