
Fantasia, ancestralidade e preservação ambiental em uma jornada épica criada por Antonio Ribas. Prepare-se para conhecer Mahy-ra, uma adolescente comum, de aparência frágil, que carrega dentro de si a alma de uma guerreira ancestral destinada a salvar a floresta amazônica.
Essa é a premissa do livro Mahy-ra: Uma Lenda na Amazônia, escrito por Antonio Ribas, autor paranaense que estará presente com sessão de autógrafos e bate-papo em dois grandes eventos literários: a 44ª Semana Literária do SESC – Museu Oscar Niemeyer (Curitiba), dia 16 de agosto e a I Bienal do Livro do Paraná – Viasoft Experience (Curitiba), em outubro.
Antonio Ribas e a obra ‘Mahy-ra’
Quando a Árvore-Mãe, fonte de cura e equilíbrio da floresta, é cortada e dividida em 12 partes contrabandeadas para a Europa, o caos ameaça o povo e os animais da Aldeia Teçayubá. A esperança renasce em Mahy-ra, filha de um biólogo respeitado que vive entre dois mundos: o urbano e o ancestral.
Aos 17 anos, ela é levada à floresta, onde passa por um treinamento físico, espiritual e místico para despertar seu verdadeiro poder. Vestida com um traje prateado encantado, armada com uma espada de luz e guiada por uma escudeira fiel, Mahy-ra atravessa oceanos com uma missão: recuperar as partes da árvore sagrada e restaurar a harmonia entre humanos e natureza.
Mais do que fantasia, a obra mistura aventura, espiritualidade, lendas amazônicas e um alerta ecológico urgente. É perfeita para jovens leitores e adultos que buscam histórias com emoção, magia e consciência ambiental.
Sobre o autor
Antonio Ribas nasceu em Siqueira Campos/PR e vive hoje em Ponta Grossa. Ex-bancário, músico católico e empresário, começou a escrever após os 50 anos. Publicou seu primeiro romance, “Leon Magno: Onde a lei não alcança”, em 2016. Com Mahy-ra, vem ganhando espaço no meio literário com uma escrita sensível, criativa e enraizada em temas como espiritualidade, natureza e ancestralidade.
Por que Amazônia?
Após concluir seu primeiro livro, que se trata de um romance policial, Ribas participou de um workshop com a jornalista Lilian Cardoso, onde discutia-se a respeito da escrita e temas atuais. Foi então destacado que a Amazônia é um tema ainda pouco explorado na literatura brasileira.
A partir disso, ele iniciou uma jornada intensa de pesquisas e estudos sobre a região, suas histórias, povos indígenas e questões ambientais. Quanto mais se aprofundava, mais se encantava pelo universo amazônico, o que o levou a escrever “Mahy-ra: Uma Lenda na Amazônia”.
Após a sua conclusão, a obra passou pelas mãos do estimado personal editor Marcos Torrigo e teve o endosso da indígena Ysani Kalapalo, sendo este livro o primeiro volume de uma trilogia. O segundo livro, inclusive, já está em fase de escrita.