Entidades se manifestam sobre o fim dos voos da Azul em PG

O anúncio da empresa Azul Linhas Aéreas, sobre o fim de suas operações em Ponta Grossa, gerou grande impacto no município na tarde de terça-feira (4). Entidades como a Associação Comercial, Industrial e Empresarial de Ponta Grossa (ACIPG), e a Ponta Grossa Campos Gerais Convention & Visitors Bureau manifestaram repúdio ao fim dos voos em Ponta Grossa.
Repúdio ao fim dos voos em Ponta Grossa
Em vídeo publicado nas redes sociais, a presidente da ACIPG Giorgia Bochenek definiu o fim dos voos da Azul, de Ponta Grossa a Campinas, como um retrocesso. “Se isso acontecer, vai atrapalhar todo o desenvolvimento da nossa cidade, então peço para que todas as instituições e entidades venham junto conosco, para que possamos pleitear junto ao governador, uma solução para isso”, convocou. “A cidade não pode parar de crescer, não pode parar de se desenvolver, nós temos sim que lutar para que permaneça esse voo e que venham outros voos para nossa cidade”, manifestou.
Em nota, a entidade representante do turismo de negócios e eventos da região, Ponta Grossa Campos Gerais Convention & Visitors Bureau, pediu à Azul que reavalie a decisão de suspender os voos no Aeroporto Sant’Ana. “Ponta Grossa é destaque no Paraná pelo seu potencial para o turismo e eventos e a decisão da empresa prejudica o setor, além de extinguir uma importante porta de entrada de visitantes para o destino, o que impacta em milhões de reais em toda a região dos Campos Gerais”, comentou.
Prefeita Elizabeth se manifestou sobre fim dos voos em Ponta Grossa
A prefeita de Ponta Grossa, Elizabeth Schmidt, informou que já pediu uma audiência urgente para impedir o cancelamento dos voos. “Vamos lutar contra os que torcem contra a cidade. Vamos com a ACIPG, com o Conselho de Desenvolvimento Econômico de Ponta Grossa (CDEPG), ao governador Ratinho Junior. O VoePR não pode acabar”, publicou em seus canais oficiais de comunicação.
Fim das operações da Azul
A Azul informou em nota que o fim das operações ocorre por questões comerciais e “como parte de um processo normal de ajuste de oferta à demanda”. A suspensão das atividades será a partir de 10 de março e os cliente impactados terão atendimentos prestados pela empresa.
