
A prefeita de Ponta Grossa, Elizabeth Schmidt, publicou em suas redes sociais um vídeo no qual comentou sobre a situação das ferrovias que cruzam o município. Histórico entroncamento rodoferroviário, a área urbana e o aeroporto de PG sofrem com os impactos da linha férrea, disse a governante.
Para mitigar os efeitos da ferrovia sem brecar o desenvolvimento logístico do modal no município, Elizabeth apresentou a membros da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) um dossiê técnico com o retrato dos impactos da linha férrea sobre PG e sugestões de soluções. O encontro aconteceu em audiência pública do órgão sobre os corredores ferroviários.
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O Estudo de Viabilidade Técnica, Econômica e Ambiental (EVTEA) levado por Elizabeth a Brasília mostra que há 32 passagens de nível ativas em Ponta Grossa. No Rio Verde, por exemplo, em uma delas, passam cerca de dois mil veículos por hora, relatou a prefeita.
As sugestões trazidas no documento incluem a realocação de um pátio ferroviário, a construção de viadutos e trincheiras, além do desvio ferroviário na região do Aeroporto Sant’Ana. A presença da Ferrovia, que é propriedade da União, limita uma eventual ampliação da pista, restringindo a operação de aeronaves de maior porte que podem ressuscitar a aviação comercial em PG.
“Hoje, o que antes impulsionava o progresso também traz impactos para a mobilidade, a segurança e a qualidade de vida de milhares de famílias.
Na audiência pública da ANTT, defendemos que a nova concessão ferroviária olhe para essa nova realidade. Ponta Grossa precisa de investimentos que valorizem a ferrovia, mas também que garantam soluções definitivas”, disse Elizabeth.
