05 de julho de 2026

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Conselho aprova novo zoneamento no entorno do Lago de Olarias


Por Danilo Kossoski Publicado 04/02/2022 às 19h56 Atualizado 21/02/2026 às 03h49
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Foto do por-do-sol no Lago de Olarias, em Ponta Grossa
Foto: José Aldinan/DCmais

O Conselho Municipal da Cidade aprovou, após reunião realizada no formato virtual, o projeto que prevê mudanças no zoneamento do entorno do Lago de Olarias, em Ponta Grossa. De acordo com a assessoria de imprensa da prefeitura, “o projeto foi aprovado pelo Conselho da Cidade e, até o presente momento, não necessitando de qualquer ajuste”. Sendo assim, o projeto deve seguir para análise dos vereadores na Câmara Municipal. A Câmara retoma as sessões a partir do próximo dia 16.

Em reunião virtual, os conselheiros elogiaram o projeto, elaborado pelo Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Ponta Grossa (Iplan), mas pediram maiores esclarecimentos a respeito das consequências da aplicação prática da proposta. Os detalhes da reunião estão em ata publicada em Diário Oficial do Município.

Lago de Olarias

O estudo tem a intenção de adensar o uso do entorno por estabelecimentos comerciais e de serviços, além de autorizar a construção de edifícios com até 14 pavimentos, em alguns trechos da área.

Entre as dúvidas que os conselheiros expuseram estão qual será o sombreamento ocasionado pela construção dos prédios, e qual será o aumento no fluxo das vias. Diante disso, o Iplan informou que poderia analisar a redução do número máximo de pavimentos.

“Se verticalizar, seria inevitável a sombra. Mas, não tem como adensar sem verticalizar e não tem como verticalizar sem fazer a sombra”, comentou a arquiteta Karla Volaco Gonzales Stamoulis, conselheira suplente do Iplan. Ela sugeriu que pode-se pensar em até oito pavimentos, mas que isso poderia significar um adensamento populacional insuficiente para a região.

*CORREÇÃO: A reportagem anteriormente mencionava que o Conselho faria nova apreciação do projeto, antes de envio para a Câmara, mas Celso Sant’Anna, que é presidente do Conselho e também diretor-executivo do Iplan, informou que essa é uma interpretação errada da ata divulgada em Diário Oficial, e que o documento já está aprovado pelo Conselho da Cidade.

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