Vigilância Sanitária interdita clínica por procedimentos irregulares de estética em PG


Por Vitor Carvalho
WhatsApp Image 2026-04-15 at 08.46.20

Foto: divulgação/PCPR

WhatsApp Image 2026-04-15 at 08.46.20
Foto: divulgação/PCPR

Dois mandados de busca e apreensão foram cumpridos, na terça-feira (14), em endereços ligados a uma mulher de 55 anos, proprietária de uma clínica de estética no bairro Boa Vista, em Ponta Grossa. Segundo a Polícia Civil, a investigada exerce de forma irregular a profissão. Com o apoio da Polícia Científica e da Vigilância Sanitária Municipal, a clínica foi interditada.

Durante a operação realizada na tarde de terça (14), os policiais também encontraram uma série de irregularidades na clínica, desde condições sanitárias até manipulação de substâncias utilizadas nos procedimentos. Materiais e demais insumos foram recolhidos e passarão por perícia adequada.

De acordo com a PCPR, foram recebidas informações de que no local eram realizados procedimentos estéticos invasivos por uma pessoa sem a habilitação necessária. A investigada, de 55 anos, já possui histórico criminal e teria feito intervenções com o uso de injetáveis, algo que só pode ser realizado por profissionais capacitados, como médicos, farmacêuticos e cirurgiões-dentistas com formação específica. 

https://dcmais.com.br/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Video-2026-04-15-at-08.19.40-1.mp4

Proteção da saúde pública

O delegado de polícia Fernando Henrique Ribeiro Vieira, responsável pelas investigações, destacou: “A Polícia Civil do Paraná reafirma seu compromisso com a proteção da saúde pública e orienta a população a sempre verificar a habilitação profissional e a regularidade dos estabelecimentos antes de se submeter a procedimentos estéticos invasivos, como a aplicação de toxina botulínica. A realização desses procedimentos por pessoas não qualificadas pode trazer sérios riscos à integridade física e à vida dos pacientes.”

As investigações prosseguem com o objetivo de apurar a extensão dos fatos, identificar eventuais vítimas e verificar a possível prática de outros crimes, inclusive aqueles relacionados à comercialização e utilização de produtos sem registro ou de origem desconhecida. (Com informações da PCPR)

Sair da versão mobile