21 de julho de 2026

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Vídeo: suspeitos de executar homem na noite de Natal são presos em PG


Por Redação com assessoria Publicado 17/02/2025 às 15h47 Atualizado 25/02/2026 às 20h34
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Delegado Luís Gustavo Timossi comanda as investigações. Foto: reprodução/redes sociais.

A Polícia Civil, através do setor de homicídios da 13ª Subdivisão Policial (SDP) de Ponta Grossa, prendeu, na manhã de segunda (17), dois suspeitos de envolvimento no homicídio de Alesson Luiz Soares, ocorrido na madrugada do Natal de 2024, no Bairro Boa Vista, em PG. 

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Segundo as investigações, a vítima foi assassinada dentro de sua residência, na frente de familiares, após ter sua casa invadida por dois homens armados. O crime teria sido motivado por um desentendimento relacionado ao pagamento de um serviço de construção, envolvendo uma quantia de R$ 50. De acordo com o apurado, a vítima teria convidado o suspeito de ser mandante do crime para lhe auxiliar na construção de uma calçada, para o qual havia sido contratado para fazer.

Em um dia de chuva, a vítima teria informado ao suspeito que em razão do mau tempo, não seria pago o valor da diária cheia, pois não seria possível finalizar o serviço. O não pagamento integral da diária teria despertado a fúria do suspeito, que decidiu matar a vítima.

No dia 24 de dezembro, o suspeito de ser o mandante ameaçou a vítima, dizendo que morreria alguém na casa de Alesson naquela noite. Por estar de tornozeleira eletrônica, as investigações apontaram que o suspeito mandou que outros dois indivíduos executassem a vítima.

Entre os detidos está o suposto mandante do crime, que utilizava tornozeleira eletrônica desde época dos fatos e um dos executores, que foi preso dias após o crime com uma arma de mesmo calibre da utilizada para matar Alesson. A Polícia Civil realiza ainda diligências visando a prisão de um terceiro indivíduo envolvido no crime, segundo informações obtidas pelo Diário dos Campos.

De acordo com o Delegado Luís Gustavo Timossi, “é inconcebível que a vítima tenha sido assassinada, na noite de Natal, em frente de seus filhos menores, por motivo tão ignóbil”. E continua “os suspeitos devem ser indiciados por homicídio triplamente qualificado, na forma do art. 121, §2º, incisos I, II e IV do Código Penal, em razão da paga ou promessa de recompensa, por motivo fútil e com impossibilidade de defesa da vítima, podendo as penas chegarem a até 30 anos de prisão”, conclui Timossi.

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