Vídeo: homem foi morto por engano em PG, diz delegado


Por cidades

Delegados Mauricio Luz e Nagib Nassif. Foto: reprodução/PCPR.

Delegados Mauricio Luz e Nagib Nassif. Foto: reprodução/PCPR.

Morto por engano: na manhã da quinta-feira (21), o setor operacional e o setor de homicídios da 13ª Subdivisão Policial de Ponta Grossa, deflagraram operação que visa elucidar a morte de Everton Henrique dos Santos, o qual foi executado dentro de sua casa, diante da esposa e do filho.

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Contudo, segundo o delegado Maurício Luz, de acordo com o apurado até o momento, os criminosos erraram o local e teriam assassinado a vítima por engano.

A operação

Na operação, foram cumpridos quatro mandados de busca e apreensão, e também realizada a prisão em flagrante de dois homens, um deles já estava com prisão temporária decretada. Outros dois mandados de prisão ainda estão em aberto, sendo os suspeitos considerados foragidos.

O crime

O crime ocorreu na madrugada do dia 1º de setembro de 2024, por volta das 0h15, no Jardim Royal, onde ao menos dois indivíduos ingressaram na residência da vítima, executando-a  com diversos disparos de arma de fogo. Na sequência, ao menos outro indivíduo teria dado fuga aos executores utilizando um veículo Renault/Kwid. 

Através da análise de centenas de horas de câmeras de segurança, análises de aparelhos celulares e também de denúncias anônimas, foi possível concluir que a morte da vítima aconteceu por engano e que os criminosos erraram o verdadeiro alvo, que se tratava de outro indivíduo que residia próximo a casa da vítima.

Diante do conjunto probatório, foram feitas representações de prisão temporária em face de três suspeitos, dos quais um foi capturado na operação e será interrogado sobre os fatos. Outros dois seguem foragidos, reforçando novamente para que a população colabore com a Polícia Civil indicando possíveis paradeiros dos procurados nos canais de denúncia. 

Com a prisão de todos os suspeitos e seus respectivos interrogatórios será possível ter avanço significativo nas investigações para que o Inquérito Policial seja concluído e relatado ao Ministério Público.

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