Tia e sobrinha são presas suspeitas de matar idoso em Ponta Grossa


Por Edilene Santos
Fachada da 13ª SDP, sede da Polícia Civil de Ponta Grossa

Fachada da 13ª SDP, sede da Polícia Civil de Ponta Grossa / Foto: José Aldinan / Arquivo DC

Fachada da 13ª SDP, sede da Polícia Civil de Ponta Grossa
Fachada da 13ª SDP, sede da Polícia Civil de Ponta Grossa / Foto: José Aldinan / Arquivo DC

A Polícia Civil cumpriu, na tarde desta segunda-feira (30), dois mandados de prisão temporária contra duas mulheres, de 18 e 26 anos, suspeitas de envolvimento no homicídio de José Vadil da Silva, de 69 anos. Além das prisões, foram executados mandados de busca e apreensão.

Segundo o delegado Luiz Gustavo Timossi, do Setor de Homicídios da 13ª Subdivisão Policial (SDP), o crime ocorreu no dia 6 de fevereiro deste ano, na residência da vítima, situada na Rua Domício da Gama, no bairro Olarias. José Vadil foi morto com múltiplas perfurações causadas por arma branca.

Tia e sobrinha saíram da cidade

De acordo com as investigações, as suspeitas – que são tia e sobrinha – moravam na propriedade do idoso e mantinham uma relação próxima com ele, embora não fossem parentes. Após o homicídio, ambas deixaram a cidade, o que levantou ainda mais suspeitas por parte da equipe investigativa.

De acordo com Timossi, as prisões foram decretadas após a confirmação do envolvimento das duas mulheres no crime. Ele informou que, em um depoimento anterior à prisão, uma das investigadas chegou a negar estar no local na data dos fatos, alegando que havia visto a vítima pela última vez na semana anterior — informação posteriormente desmentida pelas investigações.

Nova versão dos fatos

Após serem presas, as suspeitas apresentaram uma nova versão dos acontecimentos. Alegaram que, no dia do crime, o idoso teria tentado praticar atos libidinosos contra a jovem de 18 anos. A situação teria desencadeado uma briga, que terminou com a morte de José Vadil, atingido por golpes de canivete.

“A Polícia Civil prossegue com as diligências para esclarecer completamente a dinâmica do crime e as circunstâncias que o motivaram, visando o completo esclarecimento dos fatos”, afirmou o delegado. As suspeitas estão na Cadeia Pública Hildebrando de Souza, à disposição da Justiça.

https://dcmais.com.br/wp-content/uploads/2025/07/Delegado-Timossi.mp4

Sair da versão mobile