10 de junho de 2026

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Presos de Castro são escoltados até PG para fazer carteira de identidade


Por Das Assessorias Publicado 25/03/2024 às 21h30 Atualizado 26/02/2026 às 03h49
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Foto: Polícia Penal do Paraná

Entre os meses de março e abril, presos da Cadeia Pública de Castro estão sendo transportados até o Instituto de Identificação de Ponta Grossa para ter acesso a um documento imprescindível: a carteira de identidade. Um projeto da Defensoria Pública de Castro em parceria com a Polícia Penal descobriu que 36 detentos não possuem o RG.

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O objetivo é que todos os reeducandos sem identificação recebam a sua, o que facilitará o controle e contribuirá para o processo de ressocialização. Até o momento, 16 deles já conseguiram adquirir o documento, sendo que um grupo foi levado no dia 8 deste mês até o Instituto de Identificação e outro grupo foi levado nesta sexta-feira (22) para os trâmites. Os outros 20 apenados deverão ser encaminhados para confecção do documento no decorrer de abril.

A assistente social, Angélica Ricetti Tozetto, destaca a importância desse projeto para a reintegração dos reeducandos à sociedade. “O documento de identidade é fundamental para que o reeducando possa exercer seus direitos, receber benefícios e se reintegrar à sociedade após cumprir sua pena”, afirma.

Logística

A logística delicada de segurança, escolta e transporte é gerenciada pelo Setor de Operações Especiais (SOE), da regional administrativa da Polícia Penal de Ponta Grossa, garantindo que o processo ocorra de forma segura e eficiente.

“Uma das principais situações que demanda a atenção do sistema penal, de fato, é produzir questões básicas para a pessoa privada de liberdade, como a própria questão de documentação. Quando falamos do retorno de um apenado ao convívio social, é importante que sua parte documental esteja correta, que haja trabalhos de capacitação, investimentos nos aspectos de educação, toda uma construção para que essa pessoa, ao retornar para a sociedade, tenha condições de colaborar e se reintegrar com ela. Este é o processo, de fato, de ressocialização”, explica o diretor-adjunto da Polícia Penal do Paraná, Maurício Ferracini.

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