18 de julho de 2026

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Polícia prende suspeito de causar prejuízo com PIX falsos em PG e região


Por Redação com assessoria Publicado 12/02/2025 às 12h30 Atualizado 25/02/2026 às 20h41
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Comprovante falso de uma das transações. Foto: reprodução/PCPR.

A Polícia Civil do Paraná (PCPR) prendeu preventivamente, nesta semana, um homem de 26 anos investigado por diversos casos de estelionato através de comprovantes falsos de PIX. A prisão foi realizada em São Mateus do Sul, após troca de informações entre as unidades. O último caso ocorreu em uma loja de máquinas agrícolas de Ponta Grossa, onde o suspeito teria causado um prejuízo de mais de R$ 10 mil na compra de pneus.

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De acordo com informações da investigação realizada pela setor operacional da 13ª Subdivisão Policial obtidas pelo Diário dos Campos, o homem acumula 23 boletins de ocorrência e inquéritos policiais entre 2022 e início de 2025.

Em alguns casos, revela o delegado Gabriel Munhoz, o suspeito chegava a apresentar os comprovantes falsos de PIX pessoalmente aos comerciantes. Só em janeiro de 2025, já havia aplicado dois golpes em estabelecimentos comerciais de Curitiba, demonstrando que a prática continuava.

O suspeito já havia sido preso preventivamente em julho de 2024, sendo posteriormente colocado em liberdade em setembro do mesmo ano. Contudo, segundo o Delegado responsável pelo caso, Gabriel Munhoz, ele retornou ao crime logo após sua soltura, acumulando novas denúncias e processos criminais.

O modo de operação consistia em contatar estabelecimentos comerciais, seja pessoalmente ou via WhatsApp, negociar principalmente a compra de pneus e produtos de fácil transporte e na sequência enviar comprovantes falsos de pagamento e providenciar a retirada das mercadorias através de serviços de transporte. As vítimas, em sua maioria pequenos e médios comerciantes, só descobriam o golpe durante o fechamento mensal das contas.

A Justiça decretou a prisão preventiva do investigado após representação da autoridade policial, considerando a reiteração criminosa e o risco à ordem econômica, especialmente devido ao impacto causado a pequenos comerciantes. Atualmente, ele responde a diversas ações penais em diferentes comarcas do estado, incluindo processos por estelionato e outros crimes contra o patrimônio.

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