Polícia identifica novas vítimas de casal acusado de golpes em ônibus de PG


Por Vitor Carvalho
casal golpes em onibus

Foto: divulgação/PCPR

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Foto: divulgação/PCPR

A Polícia Civil (PCPR) avança nas investigações sobre crimes cometidos por um casal em ônibus de Ponta Grossa. Nesta quarta-feira (10), novas vítimas foram identificadas e servirão de auxílio nas investigações. A dupla golpista foi presa em flagrante pela polícia pela prática de furtos no transporte público da cidade.

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De acordo com as investigações e registros recentes, a dupla agia com grande destreza para furtar passageiros. Em um dos casos apurados, ocorrido no interior de um ônibus que trafegava em direção a Uvaranas, o casal conseguiu abrir a bolsa de uma passageira sem chamar atenção, subtraindo sua carteira com documentos pessoais, cartões bancários e de benefícios.

Aproveitando-se do tempo até que a vítima percebesse a ação e bloqueasse os cartões, os criminosos realizaram transações fraudulentas que somaram um prejuízo aproximado de R$ 5 mil. Após a contestação, os suspeitos ainda tentaram efetuar novas compras nos valores de R$ 959 e R$ 2 mil, as quais acabaram frustradas devido ao bloqueio prévio das contas.

Inquérito policial

Após a ação da Polícia Militar na data de hoje e da rápida troca de informações entre as forças de segurança, será possível a instauração de um novo Inquérito Policial para apurar os diversos crimes cometidos pela dupla em datas pretéritas. A integração entre a PMPR e a PCPR foi fundamental para conectar o modo de operação do casal a outros registros similares na cidade.

De acordo com a polícia, as vítimas  já identificadas durante os levantamentos serão chamadas para comparecer na Delegacia de Polícia nos próximos dias. Elas prestarão declarações e realizarão o reconhecimento formal dos autores, peças fundamentais para o fortalecimento do inquérito.

Tempo de reclusão

As autoridades destacam a gravidade da conduta dos investigados, ressaltando que as penas somadas pelos crimes de furto qualificado e estelionato podem passar de 13 anos de reclusão. A Polícia Civil reforça a orientação para que cidadãos que tenham sido vítimas de crimes com as mesmas características procurem a 13ª Subdivisão Policial para o registro da ocorrência. (Com informações da PCPR)

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