Polícia Civil do Paraná emite nota sobre suposto plano de atentado


Por Danilo Kossoski
Logo da Polícia Civil do Paraná

Imagem: Divulgação PCPR

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A Polícia Civil do Paraná (PCPR) emitiu, no início da tarde desta quarta-feira (3), uma nota oficial na qual se posiciona sobre relato de suposto plano de atentado contra uma escola de Castro. De acordo com a PCPR, embora o relato tenha dado origem a ação da Polícia Militar, o desdobramento da investigação aponta não haver ameaça concreta ou real a escola.

O texto da PCPR se refere a reportagem publicada pelo Diário dos Campos na manhã desta quarta-feira, após a apreensão de objetos suspeitos na casa de um rapaz. Confira a nota da PCPR na íntegra.

Nota oficial

A Polícia Civil do Paraná (PCPR), por intermédio da 43ª Delegacia Regional de Polícia de Castro, vem a público esclarecer os fatos relacionados às notícias que circularam recentemente nas redes sociais sugerindo um suposto plano de atentado em instituição de ensino do município.

O caso chegou ao conhecimento da unidade após informações compartilhadas pela Polícia Militar de Castro, que seguiu acompanhado o caso, realizando diligências preliminares, resultando na apreensão de objetos e materiais na data de ontem (02). Imediatamente, a Polícia Civil instaurou o devido procedimento investigativo para apurar a veracidade dos fatos.

Diante disso, a Polícia Civil tranquiliza a comunidade escolar e a população em geral, informando que não foi identificada nenhuma ameaça concreta ou real direcionada às instituições de ensino de Castro. Alertamos enfaticamente sobre o perigo do “efeito contágio”: o compartilhamento de textos, fotos ou áudios sobre supostos massacres, mesmo que na intenção de alertar, acaba por gerar alarme infundado e pode encorajar outros infratores a concretizarem ataques.

Neste contexto, orientamos que pais e responsáveis exerçam o monitoramento ativo da vida digital de seus filhos, acompanhando o uso de redes sociais, perfis utilizados e conversas em chats de jogos eletrônicos. Recomendamos, ainda, a criação do hábito de verificar mochilas, armários e pertences pessoais dos estudantes antes da saída para a escola.

Por fim, a PCPR reforça que todas as denúncias são rigorosamente investigadas. Adultos e adolescentes envolvidos na criação ou propagação de ameaças e planejamentos de ataques serão identificados e responsabilizados, respondendo criminalmente ou por ato infracional, conforme a lei. A Polícia Civil segue atenta para garantir a segurança.

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