PCPR conclui que empresário foi morto por engano em PG


Por Matheus Dias
Delegado Luis Timossi

Delegado Luís Gustavo Timossi detalhou o caso / Foto: Divulgação PCPR

Delegado Luis Timossi
Delegado Luís Gustavo Timossi detalhou o caso / Foto: Divulgação PCPR

A Polícia Civil do Paraná (PCPR) deflagrou, na manhã desta terça-feira (28), uma operação para o cumprimento de mandados judiciais relacionados à investigação do homicídio do empresário Hugo Gabriel Moll e uma tentativa de homicídio, ocorridos no dia 19 de junho, em Ponta Grossa.

De acordo com o delegado Luis Timossi, responsável pelas investigações no Setor de Homicídios da 13ª Subdivisão Policial, a apuração concluiu que o empresário foi morto por engano. O verdadeiro alvo do atentado seria um homem ligado ao tráfico de drogas.

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A operação conta com o apoio da Polícia Militar e envolve o cumprimento de diversos mandados judiciais. Segundo a PCPR, prisões já estavam sendo realizadas durante a manhã e novas informações sobre o caso devem ser divulgadas posteriormente.

Relembre o caso

O crime aconteceu na tarde de sexta-feira (19), em um estabelecimento comercial localizado na Avenida Pedro Wosgrau, no bairro Cará-Cará. Conforme informações da Polícia Militar, um homem entrou no comércio e efetuou disparos contra as vítimas.

Após o ataque, o autor ainda realizou novos disparos contra a porta do estabelecimento antes de fugir correndo pela via pública. Em seguida, embarcou na garupa de uma motocicleta conduzida por um comparsa que dava apoio à fuga. O veículo utilizado pelos suspeitos foi encontrado abandonado às margens de uma rodovia próxima ao local do crime.

Hugo Gabriel Moll, de 39 anos, foi atingido pelos disparos e morreu ainda no local. Empresário do ramo da construção civil em Ponta Grossa, ele era cliente do estabelecimento no momento do atentado.

A segunda vítima, de 22 anos e proprietário do comércio, foi socorrida por equipes do Siate e encaminhada para atendimento hospitalar. Desde o crime, equipes da Polícia Civil, da Polícia Científica e do Instituto Médico-Legal (IML) atuam na investigação para identificar os autores, executores e eventuais mandantes do atentado.

Com o avanço das investigações, a Polícia Civil concluiu que Hugo Moll não era o alvo dos criminosos e que a execução teria como objetivo atingir um suspeito de envolvimento com o tráfico de drogas. A PCPR informou que mais detalhes sobre a operação e sobre os investigados deverão ser divulgados ao longo do dia.

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