Mulher inventa sequestro em PG e passa o dia realizando apostas, revela polícia


Por Edilene Santos
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Imagem ilustrativa de apostas online / Foto: Joédson Alves/Agência Brasil

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Equipes da Polícia Civil e do Grupo Tigre de Curitiba – especializado em casos de sequestro – passaram o último sábado (9) mobilizadas para atender ocorrência de uma mulher de 42 anos que estava sendo mantida em cativeiro. O caso chegou ao conhecimento das autoridades ainda pela manhã e somente por volta das 18 horas é que se descobriu que se tratava de um trote.

Segundo o delegado Guilherme Fontana, da 13ª Subdivisão Policial (SDP), a Polícia Civil foi acionada por familiares da mulher. Eles relataram que ela estaria sendo mantida refém por um casal, que exigia o pagamento de R$ 2,5 mil para libertá-la.

Com o apoio do Tigre, os policiais iniciaram buscas para localizar o suposto cativeiro. A mobilização se estendeu por várias horas, até que, no início da noite, a mulher apareceu em uma praça na região de Oficinas.

Ela foi encaminhada pela Guarda Civil Municipal até a delegacia, onde prestou depoimento. De acordo com Guilherme, a mulher admitiu que passou o dia fazendo apostas em plataformas digitais e inventou a história do sequestro para justificar sua ausência.

Situação não se configura crime

Embora a conduta tenha mobilizado de forma desnecessária equipes policiais, não houve configuração de crime, já que a mulher não chegou a exigir dinheiro nem comunicou falsamente o sequestro às autoridades. Caso contrário, poderia responder pelos crimes de extorsão e comunicação falsa de crime.

*Com Assessorias

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