Delegado detalha investigação de homicídio em bar de PG


Por Redação Diário dos Campos
Fachada da 13ª SDP

Foto: Arquivo DC

Fachada da 13ª SDP
Foto: Arquivo DC

A Polícia Civil divulgou novos esclarecimentos sobre as investigações do homicídio de Charlie Rodrigo Izidio, de 37 anos, morto a tiros durante uma confusão em um bar na Rua Nogueira, bairro Contorno, na madrugada de domingo (20). O caso, que chocou moradores da região, segue em apuração pelas autoridades.

De acordo com o delegado Wesley Vinicius Silva, a apuração segue em andamento, com todas as testemunhas presentes no local sendo ouvidas. Ele informou que estão sendo colhidas provas e realizados depoimentos de todos os envolvidos, inclusive de parentes e pessoas que participaram das agressões ocorridas naquela noite.

O delegado informou que o principal suspeito de efetuar os disparos se apresentou espontaneamente à delegacia nesta terça-feira (22). “O suspeito da autoria se apresentou à delegacia, mas não apresentou a arma do crime”, declarou Wesley. Apesar disso, ele ainda não foi formalmente interrogado, o que deve ocorrer ao final da coleta de depoimentos e análise técnica do material reunido.

Relembre o caso

Segundo informações da Polícia Militar, o tumulto começou após uma discussão entre duas mulheres na fila do caixa do bar, por volta da 1h da manhã. O desentendimento rapidamente escalou para uma briga generalizada envolvendo cerca de 15 pessoas, com agressões físicas, uso de arma branca e disparos de arma de fogo.

Charlie Izidio teria, conforme relatos, chegado ao local portando uma lâmina, com a qual feriu duas pessoas: uma mulher de 21 anos, que permanece em estado estável, e um homem de 29, internado na UTI devido à gravidade das lesões. Na sequência, um terceiro indivíduo teria sacado uma arma de fogo e efetuado os disparos contra Charlie, que foi socorrido por populares, mas não resistiu aos ferimentos.

O autor dos tiros havia fugido do local antes da chegada da polícia. A identidade oficial do indivíduo ainda não foi divulgada, e a arma do crime segue desaparecida. A expectativa é de que, ao final da investigação, o responsável pelos disparos seja formalmente indiciado, caso seja comprovada a autoria.

Confira:

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