Caso Eduarda: defesa diz que provas são frágeis


Por Edilene Santos

Foto: Arquivo

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A defesa dos réus acusados pela morte da jovem Eduarda Batista Stadler, de 18 anos, apontou que as provas contra a parte acusada são frágeis. O Diário dos Campos entrou em contato com o advogado Renato Tauille, que antecipou pontos da tese de defesa. A sessão do Tribunal do Júri do Caso Eduarda está marcada para a manhã do dia 11 de novembro.

A defesa afirma não haver prova técnica que a vincule uma das rés ao fato. A acusação estaria se amparando em interpretações de mensagens obtidas no telefone de outro acusado, sem resposta e sem contexto, o que configuraria prova unilateral.

“No júri, vamos demonstrar a fragilidade do que foi apresentado”, afirmou Tauille, que atua na defesa de dois dos três acusados. A defesa declara estar pronta para apresentar a tese ao Conselho de Sentença, confiante de que, examinados os elementos de maneira técnica, prevalecerá a absolvição.

Julgamento do Caso Eduarda

Na última sexta-feira (24), o DC divulgou que o julgamento dos réus foi marcado para o dia 11 de novembro, no Fórum Estadual de Ponta Grossa. De acordo com o Ministério Público, os suspeitos estão presos e serão julgados pelos crimes de homicídio qualificado pelo motivo torpe e recurso que dificultou a defesa da vítima, além de ocultação de cadáver.

Os acusados no Caso Eduarda são duas mulheres – de 24 e 41 anos – e um homem de 27. Outro homem, de 25 anos, também havia sido denunciado pelo crime, mas acabou morto no presídio.

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