Atualização: duas pessoas são presas por suposto envolvimento na morte de empresário


Por Edilene Santos
Viatura da Polícia Civil em Ponta Grossa

Polícia Civil cumpre mandados judiciais em PG / Foto: Divulgação/PCPR

Viatura da Polícia Civil em Ponta Grossa
Polícia Civil cumpre mandados judiciais em PG / Foto: Divulgação/PCPR

A Polícia Civil foi às ruas de Ponta Grossa na manhã desta terça-feira (14) para cumprir mandados de prisão temporária e de busca e apreensão. Segundo o delegado Luiz Gustavo Timossi, as ordens judiciais são referentes às investigações do assassinato do empresário* Ralf Pires da Silva.

O delegado do Setor de Homicídios da 13ª Subdivisão Policial (SDP) informou que foram cumpridos dois mandados de prisão temporária. Um deles contra um jovem de 21 anos, apontado como o executor do crime, e outro contra uma mulher de 27 anos, que teria auxiliado na emboscada. Além disso, cinco mandados de busca e apreensão foram cumpridos com o objetivo de coletar provas que contribuam para o completo esclarecimento dos fatos.

https://dcmais.com.br/wp-content/uploads/2025/10/Prisao_morte_Ralf.mp4

Morto em emboscada

Ralf – que era proprietário de uma lanchonete – tinha 39 anos e foi morto a tiros na noite do dia 14 de junho. Segundo Timossi, ele sofreu uma emboscada durante a entrega de um lanche na Rua Serra do Piquiri, no bairro Uvaranas. Segundo as investigações, ele foi atingido por disparos de arma de fogo nas costas e nos glúteos, vindo a falecer posteriormente no Hospital Regional Universitário.

De acordo com a autoridade policial, o crime foi premeditado. Dias antes do homicídio, os suspeitos já haviam tentado atrair a vítima ao local do crime com pedidos falsos de entrega.

As investigações indicam que o crime pode estar relacionado a dívidas da vítima com agiotas. O inquérito policial segue em andamento para identificar eventuais mandantes e elucidar todos os detalhes do caso.

Delegado Luiz Gustavo Timossi conta mais detalhes:

https://dcmais.com.br/wp-content/uploads/2025/10/Timossi.mp4

*Correção: no texto anterior, a vítima foi mencionada como motoboy. Na verdade, Ralf era dono de uma lanchonete e fazia uma entrega de moto quando foi assassinado

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