22 de julho de 2026

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Privatização da Copel vai ser debatida por nova Frente Parlamentar


Por Redação com Assessoria Publicado 30/03/2023 às 15h41 Atualizado 20/02/2026 às 17h29
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Foto: Ilustração

A privatização da Copel e de outras empresas públicas do Paraná vai ser debatida por uma nova Frente Parlamentar: a das Estatais e das Empresas Públicas, instituída nesta semana pela Assembleia Legislativa do Paraná (Alep).

O pedido para constituição da Frente Parlamentar foi apresentado na Sessão Plenária do dia 7 de fevereiro deste ano pelo deputado estadual Arilson Chiorato (PT) e tem por finalidade aprofundar a discussão e criar meios de aprimoramento das políticas públicas e da legislação referente ao controle social de empresas públicas.

“A criação dessa Frente Parlamentar inova com a criação de um instrumento focado nos processos de privatização em curso de empresas estatais e de sociedades de economia mista controladas pelo Estado e na avaliação do cumprimento da função social dessas empresas, como Copel, Ceasa, Celepar e Compagas”, pontua o autor da proposta e coordenador dos trabalhos, deputado Arilson.

Em relação à Companhia Paranaense de Energia (Copel), o deputado Arilson explica que tem por objetivo acompanhar o processo de privatização e também o processo de conciliação entre Estado do Paraná e Itaú Unibanco S/A no Supremo Tribunal Federal – (Recurso Extraordinário com Agravo nº 1291514), em que foi tratado especificamente sobre os possíveis reflexos da Lei Estadual nº 21.272/2022 na negociação entre as partes, como foi informado por petição conjunta das partes em 03/02/2023, nesse processo bilionário que envolvem ações da companhia.

A nova Frente Parlamentar conta ainda com a participação dos deputados Goura, Professor Lemos, Dr. Antenor, Requião Filho, Renato Freitas e as deputadas Ana Júlia, Cristina Silvestri e Luciana Rafagnin.

O deputado Arilson esclarece que a Frente Parlamentar não pretende fazer a fiscalização contábil, financeira, orçamentária, operacional e patrimonial global destas entidades da administração indireta, que é função da Comissão de Fiscalização da Assembleia.

A primeira reunião deve ocorrer já no próximo mês. 

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