Prefeitura de Rebouças se manifesta após investigação sobre licitações da Câmara


Por Vitor Carvalho
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Foto: divulgação/PCPR.

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Foto: divulgação/PCPR.

Após a Polícia Civil (PCPR) cumprir mandados de busca e apreensão em investigação sobre irregularidades na licitação da Câmara, a Prefeitura de Rebouças divulgou, na última quarta-feira (11), uma nota em suas redes esclarecendo que não possui relação com os fatos investigados.

A reportagem do DC noticiou a operação realizada pela polícia no início desta semana, quando mandados de busca e apreensão foram cumpridos em endereços da cidade de Rebouças. A polícia investiga possíveis fraudes em licitações da Câmara Municipal, após denúncia realizada pelo presidente da casa, Jefferson Okamoto (PV).

Em nota, a Prefeitura de Rebouças afirma que “os processos licitatórios da Câmara são conduzidos de forma independente do Poder Executivo. Além disso, servidores da Prefeitura não possuem acesso aos sistemas administrativos ou licitatórios da Câmara, inexistindo qualquer possibilidade de fornecimento de informações privilegiadas”, explica.

Relembre o caso

No dia 10 de março foram apreendidos celulares, computadores e documentos a partir de mandados expedidos para investigação de fraude licitatória na Câmara de Rebouças, cidade que fica a aproximadamente 100 km de distância de Ponta Grossa.

Cinco mandados judiciais foram expedidos, em operação que contou com o apoio das delegacias de Irati, Ipiranga e Imbituva. Ao todo, 15 policiais participaram da ação que ocorreu por volta das 6h30 desta terça (10).

De acordo com a PCPR, as investigações começaram no mês de fevereiro deste ano, após denúncia feita pelo atual presidente da Câmara de Vereadores de Rebouças, Jefferson Okamoto (PV). Segundo o relato policial, existem imagens provenientes de uma câmera escondida que mostram uma empresária tentando fraudar as licitações. Ainda segundo esta gravação, a empresária afirmou que a prática era corriqueira na gestão passada.

Investigação 

A investigação está sob sigilo e, de acordo com o delegado Itamar Casabranca, da Polícia Civil de Rebouças, serão analisadas mais provas sobre o caso.

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