22 de julho de 2026

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Paraná fecha 2024 como a 4ª maior economia do Brasil


Por AEN Publicado 23/12/2024 às 17h30 Atualizado 25/02/2026 às 21h46
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foto: AEN

Assim como em outros anos recentes, o Paraná termina 2024 com bons indicadores sociais, econômicos e de gestão e perspectivas positivas para o próximo ano. O principal índice sintetiza este bom momento é a retomada do posto de 4ª maior economia do Brasil, que também se reflete em avanços na atividade econômica em todos os segmentos, uma das menores taxas de desemprego da história e a obtenção da nota máxima de capacidade de pagamento de dívidas pelo Estado.

Segundo o relatório mais recente do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgado em novembro, o Produto Interno Bruto (PIB) do Paraná foi de R$ 614,61 bilhões no ano de 2022, o mais recente com dados consolidados.

Em nível nacional, o Paraná representa agora a quarta maior força econômica do País, responsável por 6,1% das riquezas produzidas em solo nacional. O Estado fica atrás apenas de São Paulo (R$ 3,13 trilhões), Rio de Janeiro (R$ 1,15 trilhão) e Minas Gerais (R$ 906,73 bilhões). Esta é a terceira vez que o Paraná alcança esta posição entre as maiores economias, sendo as outras duas em 2013 e 2020, reforçando o recente ciclo positivo do Estado.

O crescimento econômico pode ser percebido em todos os segmentos avaliados pelo IBGE. Os dados mais recentes, de janeiro a setembro de 2024, apontam que indústria paranaense cresceu 3,3%, com liderança nacional em bebidas, produtos de madeira, materiais elétricos e móveis.

Contas em dia

Neste ano, o Paraná alcançou pela primeira vez a nota A+ na avaliação sobre a Capacidade de Pagamento dos Estados e Municípios (Capag). A métrica é utilizada pela Secretaria do Tesouro Nacional (STN) para avaliar as condições e riscos das administrações públicas estaduais e municipais de honrarem seus compromissos financeiros.

O Governo do Estado também conseguiu reduzir o endividamento de R$ 14 bilhões em 2011 para R$ 2,8 bilhões em 2023. Apesar de ainda haver um valor a ser pago, ele é classificado tecnicamente como uma dívida negativa, situação em que a disponibilidade financeira do Governo supera a dívida de longo prazo remanescente. Trata-se da segunda melhor situação financeira do País.

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