07 de junho de 2026

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Frísia avança no projeto de implantar Complexo Eólico em Carambeí


Por Millena Sartori Publicado 12/05/2021 às 11h00 Atualizado 21/02/2026 às 13h37
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Foto: EBC

A Frísia segue com planos de investir em um Complexo Eólico em Carambeí. Nesta semana a cooperativa requereu ao Instituto Água e Terra (IAT) a Licença de Instalação da estrutura que visa gerar energia a partir do vento. Questionada pela reportagem do jornal Diário dos Campos e portal dcmais, a empresa prefere ainda não especificar o investimento.

O Complexo já vem sendo desenvolvido há alguns anos. De acordo com a Licença Ambiental Prévia emitida em junho de 2019 – último documento aprovado de licenciamento ligado ao empreendimento – o projeto até então previa 30 aerogeradoras e capacidade total instalada de 126 MW.

Sua divisão era feita em quatro usinas eólicas denominadas Usina Eólica Frísia I, II, III e IV, cada uma com 7 aerogeradores com potência nominal unitária de 4,2 MW, e outras duas centrais geradoras eólicas denominadas Central Geradora Eólica Frísia V e IV, cada uma com 1 aerogerador com potência nominal unitária de 4,2 MW.

O primeiro projeto, apresentado em 2016, possuía um custo total de implantação estimado em R$ 229,73 milhões.

Investimentos em energia

No ano passado a Unium, marca institucional da Frísia, Castrolanda e Capal, iniciou a operação de outro investimento próprio em energia: uma usina de biogás, voltada tanto a energia elétrica – vendida para terceiros, como por exemplo uma cooperativa de energia renovável – quanto a biometano – combustível que pode ser utilizado tanto para abastecer veículos, quanto substituir gases usados no processo industrial. A expectativa era gerar 1 megawatt-hora de energia, além de 350 m³/h de biometano e 550 m³/h de biogás.

A estrutura fica localizada ao lado da fábrica da Alegra Foods, em Castro, e a área total do terreno conta com 10 mil m², sendo mil metros quadrados de construção. Para o empreendimento foram investidos R$ 13,8 milhões e a estimativa é que com a redução da destinação de resíduo e CO2 a planta deve gerar uma economia em torno de R$ 4 milhões por ano para o grupo, além de aumentar a receita cerca de R$ 3 milhões por ano com a energia vendida.

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