Após 18 anos, Marcha da Maconha pode ser proibida em Curitiba


Por Redação Diário dos Campos

Evento já tem data marcada em 2025. (Foto: Reprodução/Facebook Marcha da Maconha)

Evento já tem data marcada em 2025. (Foto: Reprodução/Facebook Marcha da Maconha)

Realizada desde 2007, a Marcha da Maconha pode estar com os dias contados em Curitiba. Isso porque um projeto de lei na Câmara Municipal da capital paranaense pretender proibir o evento.

Os organizadores da Marcha da Maconha de Curitiba confirmaram que o evento desse ano será realizado no dia 14 de setembro (domingo).

O evento terá início na Boca Maldita e será encerrado na Praça 19 de Dezembro.

O projeto de lei 005.00046.2025 – com o substitutivo 031.00040.2025, é de autoria do vereador Bruno Secco (PMB), e pontua que a Marcha da Maconha e outros “eventos, reuniões, ou práticas análogas, que façam apologia ao consumo de drogas ilícitas que causem dependência física e/ou psíquica” sejam proibidos em Curitiba.

A proposta ainda prevê que os organizadores da Marcha da Maconha e de eventos similares recebem multas entre R$ 10 mil e R$ 50 mil, enquanto os participantes sejam sancionados com valores iniciais de R$ 2 mil.

Nesta quarta-feira (23), a Comissão de Direitos Humanos, Defesa da Cidadania, Segurança Pública e Minorias da Câmara Municipal de Curitiba liberou esse projeto para votação em plenário.

A partir dessa liberação, cabe ao presidente da Câmara Municipal de Curitiba, Tico Kuzma (PSD), colocar a proposta para votação no plenário da Casa.

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