Tesouro celta de ouro revela trocas antigas e rituais misteriosos na Saxônia histórica


Por Redação Diário dos Campos

© Foto / Paisagem Nacional da Cornualha

© Foto / Paisagem Nacional da Cornualha

Uma descoberta extraordinária reescreveu a história numismática da Saxônia. Foi encontrada, perto de Leipzig-Gundorf, a moeda mais antiga conhecida da região: um quarto de estater de ouro celta com 2.200 anos. A informação foi veiculada pelo portal Arkeonews.

A reportagem destaca que a relíquia, menor que uma moeda de um centavo, foi cunhada quase inteiramente em ouro puro e data do século III a.C., sendo identificada pelos arqueólogos como um quarto de estater, uma denominação usada entre as tribos celtas que habitavam a Europa Central.

A moeda de ouro mais antiga da Saxônia, com 2.200 anos | © Foto / Página de redes sociais de Sachsen Fernsehen

“O averso da moeda apresenta a cabeça estilizada de um animal, provavelmente um cervo, com olhos distintos, chifres e testa arredondada”, ressalta a publicação.

Enquanto isso, o reverso exibe um colar rígido aberto com extremidades espessadas, uma estrela de borda arredondada e uma esfera central — motivos comuns entre as comunidades celtas no norte da Boêmia.

Segundo a matéria, embora a Saxônia estivesse fora das áreas tradicionais de assentamento celta, a descoberta prova que havia intercâmbios e conexões constantes.

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A moeda não circulava na economia, mas provavelmente era um objeto de status ou símbolo de valor para uma elite local envolvida em comércio com os celtas.

(Sputnik Brasil)

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