Paysage investe no mercado de Ponta Grossa


Por dmais

Divulgação

Um dos motivos da boa colocação é a chegada de empreendimentos de grande porte na cidade

Pesquisa divulgada pela Infomoney mostra o ranking das 100 melhores cidades brasileiras para investir no mercado imobiliário. Ponta Grossa está entre as ranqueadas, sendo uma das três cidades paranaenses presente na lista. Um dos indicativos desse bom momento é a chegada de empreendimentos de grande porte como o Parque Doman, complexo residencial, que está sendo construído na Avenida Siqueira Campos, no bairro Uvaranas. A primeira etapa do condomínio fechado Ancore, o primeiro dos três a serem implantados no empreendimento, totaliza um Volume Geral de Vendas (VGV) na ordem de R$ 20 milhões, contando com mais de 70% das unidades já comercializadas.

“Cidades como Ponta Grossa vão se tornar cada vez mais atraentes para investimentos imobiliários, pois demonstram grande potencial de desenvolvimento econômico e social. Essa é uma tendência de mercado, que acreditamos 100%, tanto é que já estamos com novos projetos em desenvolvimento na região”, anuncia o diretor comercial e de marketing da Paysage Empreendimentos, Henrique Penteado Teixeira.

Investimento no mercado imobiliário ainda é o preferido dos brasileiros e, para especialistas do setor, o investidor precisa olhar para os lugares certos na hora de realizar a compra. Na pesquisa, foram analisadas cidades com menos de um milhão de moradores, ou seja, 94% dos municípios brasileiros.

Ranking

A intenção de olhar para as cidades menos populosas foi de analisar mercados latentes. Ponta Grossa está na 68º posição, sendo uma das três cidades do Paraná que estão na lista. As outras duas são Londrina (18º) e Maringá (23º).

As 100 cidades indicadas mostram lugares que devem despontar nos próximos meses e anos, o estudo foi desenvolvido pela Prospecta Inteligência Imobiliário e usou dados como renda per capita elevada, população com alto nível de instrução e de vínculo empregatício, um número considerável de empresas atuantes, déficit imobiliário elevado, entre outros para formatar o ranking.

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