11 de julho de 2026

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Dificuldade para dormir? Conheça alguns fatores que podem causar insônia


Por dmais Publicado 26/08/2018 às 13h00 Atualizado 24/02/2026 às 16h29
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Cerca de 72% dos brasileiros sofrem de alguma doença relacionada ao sono, segundo estudo da Royal Philips. Dentre elas, uma recorrência muito comum é a insônia, que afeta, aproximadamente, 1/3 das pessoas. Esse distúrbio consiste na dificuldade para adormecer ou para manter-se dormindo por várias horas seguidas.

A Consultora do Sono da Duoflex, Renata Federighi, explica que existem três diferentes tipos de insônia. “A aguda pode durar de uma noite até algumas semanas. Já quando os sintomas aparecem e desaparecem sem um período especifico, chamamos de intermitente. E a crônica é quando os episódios de insônia se repetem por um longo período. Em todo caso, é aconselhável procurar um médico”, esclarece.

Segundo a especialista, o estresse, a ansiedade, a correria do dia a dia, os desconfortos causados por dores de qualquer natureza, inclusive as desencadeadas pela má postura ao dormir, e até mesmo a idade, podem causar insônia. O distúrbio também pode estar associado aos sintomas de depressão, ao alto consumo de cafeína, ao fumo ou ao hábito de cochilar em horas inapropriadas.

As pessoas que sofrem desse mal podem ter dificuldade para pegar no sono, levantar várias vezes durante a noite, ou até acordar cedo demais. Nesses casos, o indivíduo não tem um descanso restaurador e pode sofrer com os efeitos durante o dia, como cansaço, falta de energia, dificuldade de concentração, falhas de memória, irritabilidade e sonolência diurna. Além disso, alguns problemas comportamentais como a hiperatividade, a agressividade e a impulsividade também podem aparecer. Em longo prazo, pode ocasionar males mais graves de saúde, como doenças cardiovasculares, diabetes, obesidade, colesterol alto, dentre outras.

No geral, a insônia aguda e a intermitente podem estar relacionadas à hábitos errados como dormir com preocupação e ansiedade, numa postura e/ou com o travesseiro errado, consumir alimentos inadequados antes de se deitar e até mesmo à falta de uma rotina regular do sono. “Nesses casos, é importante acertar a postura, priorizando a lateral, mais recomendada por especialistas. Nessa posição deve-se usar um travesseiro que preencha completamente o espaço compreendido entre a cabeça e o colchão e outro entre os joelhos, que devem manter-se sempre semiflexionados. Adotar horários regulares de sono, comer alimentos leves antes de deitar e deixar o ambiente o mais silencioso e escuro possível também podem ajudar a dormir melhor “orienta Renata.

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