
O presidente do Grupo Gestor do Operário Ferroviário, Álvaro Góes, detalhou ao Diário dos Campos a mudança na Série B do Campeonato Brasileiro, anunciada nesta quinta-feira (5). A partir deste ano, a competição terá um playoff entre os quatro clubes que terminarem entre 3º e 6º lugar, aumentando as chances do Fantasma conquistar o tão sonhado acesso à Série A.
“Gostei muito desse novo sistema, vai dar mais condições de poder subir”, expressou Góes. Em dezembro de 2025, o presidente declarou que o objetivo do Operário nesta temporada é subir de divisão, em entrevista ao DC (relembre a entrevista na íntegra).
Datas e mandos de campo
Álvaro Góes participou do arbitral da Série B, na sede da CBF no Rio de Janeiro. Ele também detalhou ao DC as datas do playoff do acesso e como serão definidos os mandos de campo.
“As datas dos confrontos de ida e volta serão 21 e 28 de novembro. O 3º e o 4º colocado da tabela terão o privilégio de decidir em casa. Para o campeão, o vice e os outros times o campeonato terminará dia 14, com o fim das rodadas. Nesses casos será bom para dar férias aos jogadores e antecipar o planejamento”, explicou.
Presidente pede campeonato mais igualitário
Outro ponto destacado pelo presidente do Grupo Gestor do Operário foi a logística dos clubes na Série B. “A CBF vai pagar a logística através do fair play financeiro do clube, que administra seus valores durante todo ano e não precisará restituir a CBF. Quem não cumprir com isso, a CBF vai cobrar”, frisou.
Também segundo Góes, a Futebol Forte União (antiga Liga Forte União), bloco o qual o Operário faz parte, declinou de arcar com a logística dos clubes. “A liga declinou disso, não vai pagar a logística dos 18 clubes que estão na Série B. Além disso o São Bernardo e o Náutico acertaram com a CBF, para ela pagar o campeonato para eles durante todo ano, inclusive são valores maiores. Precisamos sentar com a FFU para que pelo menos iguale isso e a gente possa disputar um campeonato igualitário”, pontuou. Há anos o Operário pleiteia valores mais igualitários à FFU, que gere o repasse dos direitos de transmissões de TV.