
A contratação do atacante Edwuin Cetré seria o maior negócio da história do Athletico Paranaense, mas fracassou. A negociação foi desfeita após o Furacão ter acertado desembolsar 6 milhões de dólares pelo jogador (cerca de R$ 31,1 milhões).
Mas a pergunta que fica é: o que levou o maior negócio do Ahtletico ao fracasso? O site UmDois Esportes publicou, nesta segunda-feira (2), os bastidores da negociação que melou (leia a matéria original). Foram semanas de tratativas até a chegada de Cetré a Curitiba no último sábado (31), sob forte esquema de segurança.
Após desembarcar em Curitiba e realizar exames no CT do Caju, foram detectadas lesões nos joelhos (menisco e platô tibial), além de um problema coronariano, no sistema cardiológico.
Embora parte do estafe do atleta e alguns profissionais de saúde acreditassem que as condições não impediriam o desempenho em campo, o presidente Mario Celso Petraglia optou por uma postura conservadora. Seguindo a recomendação do chefe do setor de saúde, o mandatário vetou o negócio e cancelou a nova bateria de exames prevista para esta segunda-feira (2).
Desdobramentos e Versões
Do lado do Athletico, o clube optou pelo silêncio ético sobre o estado de saúde de Cetré, limitando-se a repostar a nota do Estudiantes, clube argentino o qual o atacante permanecerá defendendo. O clube de La Plata alegou apenas “divergência entre as instituições”. Contudo, a imprensa argentina especula que o Athletico teria desistido do acordo financeiro.
Cetré já retornou à Argentina. Embora fora do jogo contra o Defensa y Justicia, a expectativa é que ele retome os treinos com o técnico Eduardo Domínguez e esteja disponível para enfrentar o Deportivo Riestra no dia 9.
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