Documentário conta história da bailarina Emma Sintani em PG


Por Matheus Dias
Descrição da imagem ilustrativa da matéria: Duas imagens em preto e branco, à esquerda está o pôster do filme eu anuncia o documentário “Emma Sintani: ecos da dança em Ponta Grossa”, dirigido por Angelo Rocha. Arte em fundo preto com a silhueta de uma bailarina em tons de cinza e branco ao centro e a assinatura da Emma Sintani em letra cursiva. No rodapé, estão dispostas as logos da Produtora Saruê, Prefeitura de Ponta Grossa, Secretaria de Cultura, Ministério da Cultura e Governo Federal. Símbolos de Classificação livre,

Foto: divulgação/Produtora Saruê.

Descrição da imagem ilustrativa da matéria: Duas imagens em preto e branco, à esquerda está o pôster do filme eu anuncia o documentário “Emma Sintani: ecos da dança em Ponta Grossa”, dirigido por Angelo Rocha. Arte em fundo preto com a silhueta de uma bailarina em tons de cinza e branco ao centro e a assinatura da Emma Sintani em letra cursiva. No rodapé, estão dispostas as logos da Produtora Saruê, Prefeitura de Ponta Grossa, Secretaria de Cultura, Ministério da Cultura e Governo Federal. Símbolos de Classificação livre,
Foto: divulgação/Produtora Saruê.

O documentário “Emma Sintani: ecos da dança em Ponta Grossa” apresenta quem foi a  bailarina boliviana a partir de lembrança de ex-alunos, profissionais e personalidades que conviveram com Emma. Os relatos abordam a personalidade, trajetória da professora de dança flamenca e maître de ballet. São 38 minutos dedicados à vida, à obra e ao legado de Emma Sintani (1933–2003).

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Emma Sintani

Nascida em 1933, em La Paz, Bolívia, Emma Sintani marcou profundamente a dança ponta-grossense entre as décadas de 1960 e 1990. Sua vinda ao Brasil ocorreu em 1963, aos 23 anos, juntamente com Renan Castellon, após ser convidada pela Sociedade de Cultura Artística Brasílio Itiberê (SCABI) para fundar e dirigir uma academia de dança no Clube Pontagrossense (atual Ponta Lagoa).

Em seguida, Emma abriu sua própria escola e grupo de dança. Sua atuação influenciou diferentes artistas e inspirou o surgimento de novas escolas de dança e ballet após sua chegada — e mesmo após seu retorno à Bolívia.

A peça audiovisual foi produzida pela Produtora Saruê e pelo jornalista e diretor Angelo Eduardo Rocha, que explica como surgiu a ideia: “Eu não conhecia a dona Emma até então. Sempre ouvia falar sobre o Prêmio de Dança Emma Sintani e me perguntava: quem foi ela? Até que, um dia, comecei a pesquisar e encontrei a história de uma pessoa que merecia ser lembradas na cidade”, relata Rocha.

Confira o teaser abaixo:

Com pesquisas em acervos, arquivos pessoais dos entrevistados, museus e entrevistas realizadas em Ponta Grossa, Curitiba e Telêmaco Borba, a história de Emma e seus feitos no Paraná e no Brasil foram ganhando forma. Rocha explica que Emma foi muito importante para a cultura na cidade, trouxe experiências estéticas, musicais, artísticas e culturais que permaneceram em cada pessoa que trabalhou, aprendeu ou se encontrou com Dona Emma.

Por enquanto, é possível conferir alguns registros fotográficos e um teaser no Instagram da Produtora Saruê (@produtorasarue). A estreia está prevista para o próximo ano. 

A produção do documentário foi realizada com recursos públicos da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura (PNAB), do Ministério da Cultura e Governo Federal do Brasil, e executada pela Secretaria Municipal de Cultura de Ponta Grossa.

Serviço

Post com fotografias: https://www.instagram.com/p/DRp1cb_EsPp/?img_index=1

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