08 de junho de 2026

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“Nós temos capacidade de vacinar muito mais”, dizem autoridades da Saúde


Por Millena Sartori Publicado 16/04/2021 às 17h45 Atualizado 21/02/2026 às 14h27
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Da esq. p/ dir.: Chefe da 3ª Regional de Saúde, Robson Xavier, Diretora Executiva da Casa da Indústria, Priscilla Garbelini, e secretário municipal da Saúde, Rodrigo Manjabosco (Foto: José Aldinan)

O jornal Diário dos Campos e portal dcmais entrevistou, nesta sexta-feira (16), o chefe da 3ª Regional de Saúde do Paraná, Robson Xavier, o secretário de Saúde de Ponta Grossa, Rodrigo Manjabosco, e a diretora executiva da Casa da Indústria, Priscila Garbelini Jaronski, para tirar dúvidas e promover um debate sobre o programa de imunização contra a covid-19 e a H1N1.

Questionados sobre se a vacinação está no ritmo imaginado e quando deve ser acelerada, os gestores estadual e municipal concordaram sobre a eficiência logística, mas divergiram sobre as datas de término do programa.

“Nós temos capacidade de vacinar muito mais do que estamos vacinando. Só Ponta Grossa tem capacidade de vacinar 5 mil pessoas por dia. Com a produção ampliada, a previsão do Plano Nacional de Imunização é que em 2020 vacinaríamos 80 milhões em todo o país e 4,5 milhões no Paraná”, afirmou o chefe da 3ª Regional.

Otimista

Em contrapartida, o secretário municipal acredita que o processo deve ser mais acelerado. “Posso estar sendo otimista demais, mas não concordo que levaremos até o fim do ano para fazer a vacinação. Eu posso estar muito enganado, mas tenho a percepção que até outubro teremos avanços importantes na nossa área vacinal porque a indústria sempre se reinventou”, disse Manjabosco.

Para explicar o porquê, o secretário listou alguns exemplos de iniciativas que podem ampliar a vacinação. “Nesse momento estamos usando duas vacinas exclusivamente, muito provavelmente nos próximos meses teremos outras que já estão sendo produzidas e podem ser aprovadas. Estamos aí com farmacêuticas que produzem vacinas animais se adaptando para produções para humanos, em outros países sobrarão doses que serão distribuídas… com a H1N1 foi assim, no início tivemos dificuldade, mas a capacidade foi aumentando”, afirmou Manjabosco.

Veja a entrevista completa neste link.

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