03 de junho de 2026

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Região de PG terá profissionais intercambistas do programa Mais Médicos


Por Das Assessorias Publicado 11/11/2024 às 18h06 Atualizado 25/02/2026 às 22h53
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Foto: Divulgação

O secretário nacional de Atenção à Saúde, Felipe Proenço, assinou portaria, semana passada, que concede o registro único para o exercício da medicina, exclusivamente no âmbito do Programa Mais Médicos. Com isso, 57 médicos tornam-se aptos a atuarem em 46 cidades do Paraná. No total, o programa autoriza mais 555 profissionais registrados pelo Ministério da Saúde em 24 estados e no Distrito Federal.

Segundo o Ministério, o médico intercambista é aquele que, independentemente da nacionalidade brasileira ou estrangeira, tem registro profissional no exterior. O registro brasileiro concedido pela pasta é para atuar exclusivamente no Mais Médicos.

No Paraná, os médicos que obtiveram o registro no Ministério de Saúde vão atuar nas cidades de Abatiá, Almirante Tamandaré (6), Antonina, Apucarana, Balsa Nova, Bela Vista do Paraíso, Boa Vista da Aparecida, Bocaiúva do Sul, Cambé, Campo Magro, Carambeí (2), Cascavel, Contenda, Cruzeiro do Oeste, Curitiba (2), Engenheiro Beltrão, Fazenda Rio Grande, Guarapuava (2), Inácio Martins, Itambaracá, Jacarezinho, Jataizinho, Juranda, Jussara.

E ainda: Londrina, Mandaguari (2), Mandirituba, Mangueirinha, Mariluz, Maringá (2), Matelândia, Matinhos, Morretes, Paranaguá, Ponta Grossa, Porto Amazonas, Prudentópolis, Quatiguá, Salto do Lontra, Santa Cruz de Monte Castelo, Santa Maria do Oeste, Santo Antônio da Platina, São Tomé, Sapopema, Sengés e Toledo.

O Ministério da Saúde ainda aponta que 60% dos profissionais que atuam nos municípios de alta vulnerabilidade do país são do Programa Mais Médicos. “É um trabalho integral para o fortalecimento da saúde da família nas cidades brasileiras. São mais de 4,5 mil municípios que já contam com o Mais Médicos”, avalia o deputado federal Zeca Dirceu (PT).

Carência de médicos

O Mais Médicos, segundo o deputado, reduz a carência de profissionais nas regiões prioritárias para o SUS e as desigualdades regionais na área da saúde; além de ampliar o ingresso do médico em formação nas unidades de atendimento do SUS. “É mais uma grande oportunidade para conhecer a realidade da saúde da população brasileira, além do aperfeiçoamento para atuação nas políticas públicas de saúde e na organização e no funcionamento do SUS”, comenta Zeca.

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