
A Delegacia da Receita Federal do Brasil em Ponta Grossa (DRF/Ponta Grossa), que possui sob sua responsabilidade uma região com abrangência de 64 municípios, arrecadou, no mês de maio de 2026, um total de R$1.027.588.135,00 (um bilhão, vinte e sete milhões, quinhentos e oitenta e oito mil, cento e trinta e cinco reais) em tributos fazendários e previdenciários.
O valor total é, em termos nominais (sem considerar a inflação), 9,99% maior do que o registrado no mês de maio de 2025, quando a arrecadação alcançou o montante de R$934.230.870,00 (novecentos trinta e quatro milhões, duzentos e trinta mil, oitocentos e setenta reais). Considerando-se o IPCA acumulado no período, verifica-se que houve um aumento real de 5,04% nos valores arrecadados.
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Considerando-se o acumulado no período de janeiro a maio de 2026, a DRF/Ponta Grossa arrecadou um total de R$4.711.479.180,00 (quatro bilhões, setecentos e onze milhões, quatrocentos e setenta e nove mil, cento e oitenta reais) em tributos fazendários e previdenciários.
O valor total é, em termos nominais (sem considerar a inflação), 2,97% maior do que o registrado no período de janeiro a maio de 2025, quando a arrecadação alcançou o montante de R$4.575.373.862,00 (quatro bilhões, quinhentos e setenta e cinco milhões, trezentos e setenta e três mil, oitocentos e sessenta e dois reais).
Entre os fatores que influenciaram a arrecadação do mês de maio de 2026 (comparação nominal com o mesmo mês do ano anterior), no âmbito da 9ª Região Fiscal (que congrega os estados do PR e de SC) e que também impactaram a região administrada pela DRF/Ponta Grossa, destacam-se:
- Crescimento (+12,3%) (+R$ 618,0 milhões) nos principais tributos relacionados à importação, com variação de +14,7% (+U$ 677,7 milhões) no volume em dólar das mercadorias importadas através da 9ª RF e variação de -12,1% na taxa média do câmbio;
- Resultado da arrecadação previdenciária (+9,5%) (+R$ 609,6 milhões) influenciado pelo crescimento da massa salarial (+8,9% nominal, +4,3% IPCA), ainda que, pelo lado negativo, tenha havido leve crescimento das compensações (+1,7%);
- Resultado positivo em IRPF (+11,5%) (+R$ 319,1 milhões), principalmente, em função do item declaração de ajuste anual, saída do país e espólio;
- Crescimento em COFINS/PIS/PASEP (exceto importação) (+9,5%) (+R$ 299,7 milhões), influenciado positivamente pelos setores de comércio por atacado, exceto veículos automotores e motocicletas, fabricação de veículos automotores, reboques e carrocerias, serviços de escritório, de apoio administrativo e outros serviços, e atividades jurídicas, de contabilidade e de auditoria;
- Crescimento (+9,2%) (+R$ 233,9 milhões) no Simples Nacional, salientando que a variação positiva afeta os tributos que compõem esse pagamento unificado (IRPJ/CSLL, PIS/COFINS, Contribuição Previdenciária, IPI, além de ICMS e ISS);
- IRRF – Capital com crescimento (+76,9%) (+R$ 220,3 milhões), decorrente, principalmente, do resultado do item IRRF – Lucros ou Dividendos e IRRF – Lucros sobre o capital próprio;
- Crescimento em IPI – Outros Produtos (+25,3%) (+R$ 116,9 milhões), em linha com o resultado positivo dos indicadores de produção industrial e apesar do aumento no montante das compensações;
- IPI – Automóveis com resultado negativo (-18,0%) (-R$ 14,1 milhões), em linha com o crescimento de compensações tributárias e apesar do aumento na quantidade de licenciamentos de veículos;
- Desempenho positivo da arrecadação de IRPJ/CSLL (+3,9%) (+R$ 86,5 milhões), com crescimento nos valores decorrentes da apuração pelo balanço trimestral, declaração de ajuste e lucro presumido, e queda nos valore apurados pela estimativa mensal;
- Desempenho positivo no IOF (+31,7%) (+R$ 73,1 milhões), decorrente de operações de crédito – PJ e PF;
- Desempenho negativo (-6,1%) (-R$ 82,2 milhões) nos recolhimentos de IRRF – Rendimentos do Trabalho decorrente, essencialmente, do desempenho negativo em rendimentos do trabalho assalariado;
- Compensações declaradas no mês (via DComps) no valor de R$ 1.919,9 milhões (+14,4%), especialmente influenciada pelo aumento nas compensações de Cofins – Demais empresas;
- Desempenho dos principais indicadores macroeconômicos: