Para 75,9%, fato de candidato ser gay não altera voto, diz Paraná Pesquisas


Por editor
Eduardo Leite (PSDB), governador do Rio Grande do Sul

Eduardo Leite (PSDB), governador do Rio Grande do Sul (Foto: Divulgação)

Eduardo Leite (PSDB), governador do Rio Grande do Sul
Eduardo Leite (PSDB), governador do Rio Grande do Sul (Foto: Divulgação)

O fato de um candidato a presidente da República ser gay, aumenta, diminuiu ou não altera sua vontade de votar nele?

A pergunta foi feita pela Paraná Pesquisas para 2.033 brasileiros maiores de 16 anos, de 192 municípios de todos os Estados e Distrito Federal, entre os dias 15 e 19 de julho.

As respostas foram:

Os jovens, entre 16 e 24 anos, foram os que mais responderam que Aumenta (10.4%) e os que menos disseram que Diminui (7,8%).

A faixa etária que mais disse que Não Altera foi a de 25 a 34 anos (82,1%) e os ouvidos com mais de 60 anos foram os que mais responderam que o interesse Diminui (21,4%).

Quando ao nível de escolaridade, Não Altera para 68,6% das pessoas com Ensino Fundamental, 79,5% para quem tem o Ensino Médio e 80% para portadores de Ensino Superior.

Recentemente, o jovem governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSDB), assumiu publicamente que é bissexual. Seu nome está entre os possíveis candidatos a presidente da República em 2022.

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