
A Tetra Pak, indústria voltada ao processamento e embalagem de alimentos, tem levado inovação e sustentabilidade para ajudar a desenvolver e dar escala a produtos inovadores e inéditos no Brasil. É o caso da bebida vegetal de babaçu em embalagem cartonada, cujo pré-lançamento ocorreu na COP30 e provou que, quando uma rede de apoio é alinhada com o mesmo propósito, uma criação que parecia puramente artesanal pode inovar um mercado inteiro.
“A Tetra Pak é para todos, e isso vale para empresas de todos os portes”, resume o diretor de Novos Negócios da Tetra Pak Brasil, Luis Kühl. “Dar escala industrial e capilaridade para projetos sustentáveis, que se alinham à crescente demanda por produtos mais saudáveis, é possível e rentável”, acrescenta ele.
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Bebida vegetal de babaçu
A bebida vegetal de babaçu é resultado da parceria entre a Reflyta, Polvo Lab, do bem e a Tetra Pak. Tudo começou a ser desenhado pelas mãos da empreendedora nascida no Maranhão, numa região Amazônica, Nelinha do Babaçu há mais de cinco anos. A Tetra Pak entrou no projeto apoiando no desenvolvimento da bebida até seu envase pela primeira vez numa caixinha longa vida, que dispensa conservantes e é totalmente reciclável.
Apoio da Tetra Pak
A bebida chega ao mercado após passar pelo Centro de Inovação ao Cliente (CIC) da Tetra Pak, onde foi possível realizar testes de formulação para chegar a um produto que mantém as propriedades nutricionais e o gosto original com sabor atrativo aos consumidores. Instalado no Brasil em 2017 após investimento de cerca de R$ 40 milhões, o espaço oferece à indústria de alimentos e bebidas um ambiente de cocriação dedicado à concepção de ideias, design inteligente, branding, desenvolvimento de portfólio, prototipagem, estratégias de venda e consumo.
“Nosso CIC foi feito para isso, para que nossos clientes tenham um lugar de desenvolvimento, testes e até visão de mercado”, diz Kühl, acrescentando que esse suporte, em geral, acontece em cinco etapas: diagnóstico, desenvolvimento, melhorias, entrega e avaliação. Além do apoio para chegar à formulação ideal, a Tetra Pak também atuou para conectar a fabricante da bebida com um co-packer. Nesse modelo de parceria colaborativa entre empresas, um fabricante fornece a receita e os insumos necessários para a produção de alimentos ou bebidas, enquanto toda a infraestrutura fabril é terceirizada para um co-packer. Esse co-packer é uma empresa especializada que detém os recursos e equipamentos para fabricar e envasar produtos de diversas marcas.
“Comecei testando possibilidades com o babaçu no CIC da Tetra Pak e chegamos a esse resultado: uma bebida diferenciada e que traz os benefícios de uma fruta da Amazônia, retirada da floresta em pé”, diz Nelinha do Babaçu.
Típico das regiões Norte e Nordeste, especialmente do Maranhão, o babaçu é reconhecido por sua versatilidade e valor nutricional, apresentando magnésio e compostos fenólicos antioxidantes em sua composição. O projeto da nova bebida envolve 60 mulheres quebradeiras de babaçu no Maranhão, que passaram a contar com renda extra para fornecer a principal matéria-prima. (das assessorias)
