Brasil torna Banco do BRICS parceiro do G20


Por Redação Diário dos Campos

© Sputnik / Kristina Kormilitsina

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O Brasil convidou o Novo Banco de Desenvolvimento do BRICS para ser parceiro do G20 em 2024, o que demonstra o crescimento do prestígio e posição internacionais do banco, disse o embaixador itinerante da chancelaria russa, Marat Berdyev, à Sputnik na quinta-feira (14).

“Neste ano, o Novo Banco de Desenvolvimento atuou como parceiro do G20 e foi convidado pela presidência brasileira pela primeira vez para participar de vários eventos do fórum, incluindo a cúpula de líderes, o que indica o crescimento de sua autoridade e posição internacional”, disse Berdyev.

O embaixador observou, no entanto, que ainda é difícil dizerse a participação do banco nos eventos do G20 resultará em projetos específicos.

“Há países no G20 que podem interagir com este banco, podem considerar se juntar às suas atividades e até se tornar acionistas. Na minha opinião, essas perspectivas são bem reais”, acrescentou o diplomata.

Respondendo à pergunta sobre se a iniciativa do Brasil encontrou resistência dos países ocidentais, Berdyev enfatizou que eles provavelmente não ficariam muito satisfeitos com tal decisão, “mas ninguém se manifestou abertamente contra” a iniciativa.

Vários países-membros da Cooperação Econômica da Ásia-Pacífico (APEC) expressaram interesse em acordos em moedas nacionais, disse ele.

Sim, há tal interesse [em acordos em moedas nacionais]. Eu não gostaria de nomear países específicos, porque a APEC tem regras que as discussões internas permanecem confidenciais. Mas há interesse”, disse Berdyev.

© Sputnik / Kristina Kormilitsina

O Brasil convidou o Novo Banco de Desenvolvimento do BRICS para ser parceiro do G20 em 2024, o que demonstra o crescimento do prestígio e posição internacionais do banco, disse o embaixador itinerante da chancelaria russa, Marat Berdyev, à Sputnik na quinta-feira (14).

“Neste ano, o Novo Banco de Desenvolvimento atuou como parceiro do G20 e foi convidado pela presidência brasileira pela primeira vez para participar de vários eventos do fórum, incluindo a cúpula de líderes, o que indica o crescimento de sua autoridade e posição internacional”, disse Berdyev.

O embaixador observou, no entanto, que ainda é difícil dizerse a participação do banco nos eventos do G20 resultará em projetos específicos.

“Há países no G20 que podem interagir com este banco, podem considerar se juntar às suas atividades e até se tornar acionistas. Na minha opinião, essas perspectivas são bem reais”, acrescentou o diplomata.

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Respondendo à pergunta sobre se a iniciativa do Brasil encontrou resistência dos países ocidentais, Berdyev enfatizou que eles provavelmente não ficariam muito satisfeitos com tal decisão, “mas ninguém se manifestou abertamente contra” a iniciativa.

Vários países-membros da Cooperação Econômica da Ásia-Pacífico (APEC) expressaram interesse em acordos em moedas nacionais, disse ele.

Sim, há tal interesse [em acordos em moedas nacionais]. Eu não gostaria de nomear países específicos, porque a APEC tem regras que as discussões internas permanecem confidenciais. Mas há interesse”, disse Berdyev.

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